segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Professor José Jorge de Carvalho dá conferência na FUNDAJ nesta terça (28/11/2017)

Professor Dr. José Jorge de Carvalho - UnB. Fotografia feita no Seminário Malunguinho - 180 anos Vivo na Alma de um Povo. Registro de Joelson Souza.

Professor José Jorge de Carvalho dá conferência na FUNDAJ nesta terça (28/11/2017)


Nesta Terça (28/11) tem Mega palestra na FUNDAJ com a presença do conferencista e antropólogo Prof. Dr. José Jorge de Carvalho. IMPERDÍVEL! Quem discute cultura não pode faltar! Compartilha.

TRANSCULTURALISMO CRI TICO, EDUCAC A O E
IDENTIDADES

O seminário objetiva desenvolver atividades que contribuam
com a articulação, a troca de experiências e o diálogo transdisciplinar entre as atividades de pesquisa, ensino e extensão desenvolvidas pelo Programa de Pós-Graduação Associado em Educação, Culturas e Identidades da Universidade Federal Rural de Pernambuco e da Fundação Joaquim Nabuco, o Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais para o Ensino Médio e o Programa Institucional Educação e Relações Étnico-Raciais da Fundação Joaquim Nabuco e as experiências formativas e educativas desenvolvidas em Escolas do Ensino Médio, Movimentos Sociais e Organizações Não-Governamentais. O Seminário visa também criar redes de articulação horizontais entre esses diferentes espaços institucionais.

O Seminário ocorrerá em Recife entre os dias 28, 29 e 30 de
novembro de 2017, na Fundação Joaquim Nabuco e em diferentes espaços institucionais envolvidos na programação do seminário.

Programação: II SEMINÁRIO INTERNACIONAL
INTEGRADO E IDENTIDADES

Dia: 28/11/2017- Período da Manhã
Café da manhã com prosa
Atividade Cultural de Confraternização
Danças Circulares- Coordenação- Edneida CavalcantiFundaj

Mesa de Abertura
Conferência de Abertura
Tema: Transculturalismo Crítico, Educação e Identidades
I
Local: Cinema do Museu (FUNDAJ)
Horário: 9h
Conferencista: José Jorge de Carvalho - UNB
Coordenação: Moisés de Melo Santana - UFRPE/PPGECI

Compartilha, vai ser incrível

Inclusão Saberes

Alexandre L'Omi L'Odò
Quilombo Cultural Malunguinho
alexandrelomilodo@gmail.com

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Lei Malunguinho será municipalizada no Recife


Lei Malunguinho será municipalizada no Recife

Essa semana é marcada pela celebração da Consciência Negra e o coletivo de negritude do mandato produziu diversos materiais. No dia 20, Dia da Consciência Negra, lançamos o vídeo neGRITO, fizemos um manifesto durante o tempo de fala no plenário e protocolamos um projeto de lei municipal que deseja instituir no calendário oficial do Recife a Semana Municipal da Vivência e Prática da Cultura Afro-Indígena Pernambucana, compreendida entre os dias 12 e 18 de setembro. 

A data foi escolhida para marcar na história do Recife um reconhecimento ao histórico líder quilombola, Malunguinho, cuja morte foi notificada em 18 de setembro de 1835. O texto completo do projeto de lei você encontra aqui: https://goo.gl/b48SRy 

#pracegover: imagem em preto e branco, com alguns contornos amarelos. Na parte superior à direita, texto em letras vermelhas, com contornos amarelos: " #OQueQueremos" Na parte inferior da imagem, texto em letras amarelas: "Semana Municipal da Vivência e Prática da Cultura Afro-Indígena Pernambucana" No centro da image, podemos ver dois homens negros se abraçando.

Texto oficial do facebook do vereador do Recife Ivan Moraes Filho.

Veja texto completo da nova lei e sua justificativa:

PROJETO DE LEI Nº _________

Institui no calendário oficial do Recife a
Semana Municipal da Vivência e Prática
da Cultura Afro-Indígena Pernambucana.


Art. 1º Fica instituída a semana do dia 18 de setembro como a Semana Municipal da Vivência e Prática da Cultura Afro-Indígena Pernambucana, como reconhecimento ao histórico líder quilombola Malunguinho cuja morte foi notificada em 18 de setembro de 1835.

Art. 2º As comemorações da Semana Municipal da Vivência e Prática da Cultura Afro-Indígena Pernambucana, ocorrerão anualmente no período de 12 a 18 de setembro.

Art. 3º A Semana Municipal da Vivência e Prática da Cultura Afro-Indígena Pernambucana poderá ser comemorada através da realização de atividades sobre:

I- História da África e História Afro-Brasileira, indígena e dos povos e comunidades tradicionais;

II- Cultura de resistência do povo negro e indígena no Brasil;

III- História das religiões de matrizes africanas e indígenas;

IV- História dos Quilombos e povos indígenas no Brasil e em Pernambuco;

V- Relações de Gênero e Transgêneros;

VI- Racismo, discriminação e preconceito étnico racial em instituições de ensino, áreas e equipamentos públicos.

Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 5º Revogam-se as disposições em contrário.

JUSTIFICATIVA

A escravidão, ao promover a retirada de diversas comunidades negras de suas terras, buscou anular toda a estrutura do imaginário da cultura afro, podendo assim ter um maior controle sobre seus corpos. Manter, portanto, uma memória coletiva, recriando essas estruturas do imaginário dispersas pelo tráfico negreiro, sobretudo através da construção de uma comunidade religiosa, foram as estratégias encontradas pelos escravizados e escravizadas para sobreviver e manter viva sua história.

Essas resistências se davam tanto na forma de expressões culturais, como religião, músicas e danças, como em ações revolucionárias. Os quilombos de Catucá, localizados numa região conhecida como Cova de Onça, entre Olinda e Igarassu, na antiga margem do Rio Paratibe, servia como asilo para escravos que fugiam do Recife e dos Engenhos da Mata Norte, buscando-se construir uma sociedade alternativa à escravocrata. Os quilombos de Catucá, entretanto, acabaram sendo destruídos no final da década de 1830, não sem resistência. Buscando manter viva a memória de tão importante local de resistência, surgiu em 2006 sob a organização do Quilombo Cultural Malunguinho, entidade formada por acadêmicos, militantes do movimento negro e adeptos das religiões afro-brasileiras e indígenas, o Kipupa Malunguinho. Esse evento é realizado anualmente, sempre que possível nos meses de setembro, sendo essa a data de morte do principal líder dos quilombos de Catutá, João Batista, conhecido como Malunguinho. João Batista é um dos tantos malungos que demonstraram força frente a opressão colonial, sem dúvida para o povo negro de Pernambuco, o mais notável, pela sua bravura, tornando-se símbolo de identidade afro-brasileira. Por essa razão, ficam escolhidas as datas de 12 a 18 de setembro para as comemorações da Semana Municipal da Vivência e Prática da Cultura Afro-Indígena Pernambucana.

Esse projeto de lei tem o intuito de vocalizar a expressões culturais afroindígenas e legitimá-las. A pluralidade cultural negro-indígena vem à tona se afirmando enquanto tal e procurando estender a liberdade de culto aos terreiros afro-pernambucanos e a liberdade de afirmar sua identidade. A luta é contra a intolerância, a favor de um frutífero diálogo inter-religioso e da construção de uma nova consciência cultural em que predomine o respeito às múltiplas
formas de ver, sentir e viver no mundo.

Sala das Sessões da Câmara Municipal do Recife, 20 de novembro de 2017.

Ivan Moraes Filho
Vereador

___________________________

Esse texto ainda sofrerá alterações conceituais na estrutura da Justificativa. Esse projeto está sendo desenvolvido com apoio integral do Quilombo Cultural Malunguinho.

Alexandre L'Omi L'Odò
Quilombo Cultural Malunguinho
alexandrelomilodo@gmail.com

Alexandre L'Omi L'Odò realiza palestra na ALEPE



Alexandre L'Omi L'Odò realiza palestra na ALEPE
Celebração do Mês da Consciência Negra 2017

Nesta quinta, 23 de Novembro, às 10h da manhã, vai ter um evento super legal na Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco. O Grande Expediente Especial, terá palestra onde eu estarei na mesa para uma fala afrocentrada e indocentrada, ao lado de grandes pessoas como o Dr. Edvaldo Ramos e Ivo do Xambá. Haverá Shows do Bongar Xambá e Afoxé Ilê de Egbá, etc.
Vai ser muito PRETO, Muito NEGRO o evento! Chega mais!!!
A atividade é proposta pelo Deputado Estadual Isaltino Nascimento.
Compartilha!

Alexandre L'Omi L'Odò
Quilombo Cultural Malunguinho
alexandrelomilodo@gmail.com

O poder das Iabás - Mãe Lu Omitòògùn e Barbara Costa na luta das mulheres negras



O poder das Iabás - Mãe Lu Omitòògùn e Barbara Costa na luta das mulheres negras


O poder das Iabás

Para comemorar o Mês da Consciência Negra, a Revista mostra como a força herdada dos poderosos orixás femininos leva as mulheres a comandar a dura luta ancestral por respeito, igualdade e justiça social

Elas não são Eva, nem Maria, muito menos Amélia. Os orixás femininos — as iabás —, que inspiram o arquétipo de suas filhas na dimensão terrena, foram (e ainda são) mulheres imprevisíveis. Guerreiras, sempre prontas para defender os reinos que governam. Na história antiga e na contemporânea, não faltam exemplos de figuras femininas que não aceitam ser subjugadas pelo sexo oposto.

Elas batalham com uma garra incomum, o que as faz se destacar no cenário onde se encontram. Insurgem-se contra sistemas injustos e não negam disposição para transformar realidades negativas. Quando comparadas com os itans (em iorubá, o conjunto de lendas, mitos e músicas dos orixás) das seis principais divindades cultuadas no país pela umbanda e pelo candomblé — as iabás Nanã Buruku (ou Buruque), Iemanjá, Oxum, Iansã, Obá e Euá —, vê-se que elas estão atuando na sociedade. E deixando contribuições valiosas para as mudanças e os avanços almejados pelos cidadãos.

Ao contrário de Eva, elas não vivem no paraíso. Não têm a santidade de Maria, figura icônica da fé cristã. Estão longe de ser a Amélia, da famosa canção criada, em 1942, pelos consagrados artistas Ataulfo Alves e Mario Lago, que conquistou as paradas de sucesso com o grupo musical Demônios da Garoa.

As iabás contemporâneas são, como suas ancestrais, batalhadoras nas infindáveis jornadas contra o machismo, a violência doméstica, sexual, o preconceito, a misoginia e todas as outras expressões de violência e opressão, que buscam subjugá-las, ou impor-lhes condições de inferioridade. As seis divindades iabás remontam à cultura herdada dos iorubás, um dos maiores grupos étnico-linguísticos da África.

De acordo com o sociólogo e professor da Universidade de São Paulo Reginaldo Prandi, eles acreditam que homens e mulheres descendem dos orixás. “Cada um (pessoa) herda do orixá de que provém suas marcas e características, propensões e desejos, tudo como está relatado nos mitos”, explica Prandi, no livro Mitologia dos orixás, uma pesquisa profunda que reconta 301 mitos africanos e afro-americanos. Todos eles, parte importante da alma brasileira.

Força espiritual

Na umbanda e no candomblé, as duas principais religiões de origem nas tradições africanas, elas são respeitadas e tratadas por mãezinhas — ou simplesmente mães — e reverenciadas como autoridades. A natureza, pródiga de sabedoria, deu a todas o poder da maternidade, e isso as tornam pessoas respeitadas como essenciais à preservação da vida e à perenidade da raça humana. Mais do que isso: são consideradas pela força espiritual que carregam e que lhes confere singularidade nos terreiros.

Dentro de uma sala de aula do Instituto de Inclusão no Ensino Superior e na Pesquisa da Universidade de Brasília, a historiadora pernambucana Bárbara Costa, 29 anos, critica a higienização do movimento negro no Recife e suas palavras mostram a garra e a força que herdou da orixá Iansã. “Eu topo qualquer parada, enfrento qualquer coisa. Homem ou mulher”, afirma, logo após encerrar uma aula sobre a história do culto Nagô em Pernambuco.

Sentada ao lado, a pernambucana Lúcia Costa, 65, mais conhecida como Mãe Lu, mostra o amor que herdou de Iemanjá. “Ela é a minha mãezinha, me acolhe, me tira da solidão e me acalenta”, conta. Para explicar a relação com a mãe Iansã, Bárbara deixa de lado a postura rígida e fala com carinho. “É para a mãe que a gente pede tudo, né? Acreditamos que eles (os orixás) são nossos intermediários com Deus. Podemos estar com o filme queimado lá em cima, mas, no meu caso, Iansã chega lá e fala: ‘sei que a Bárbara errou, mas ela vai melhorar’. Ela intercede por mim”, diz.

A relação com a mãe iabá é forte em todos os que fazem parte das religiões de matrizes afro-brasileiras. “Quando alguém tem três orixás masculinos, dizemos que é algo muito triste, porque todo mundo tem que ter uma mãe. No meu caso, eu só tenho uma iabá, Iansã. Mesmo ela não sendo a dona do meu ori (cabeça, destino, em iorubá), eu sou muito parecida com ela. Quem me vê logo a encontra”, explica Bárbara.

“Eu tenho a concepção de que a nossa Iemanjá toma conta daqueles que só têm (orixás) homens na cabeça. Ela é sempre a mãe, que dá proteção. É uma qualidade que Deus deu para ela”, acrescenta Mãe Lu. 

Visões próprias

Os itans, ou lendas, variam em cada nação e estão ligados à cosmovisão de cada uma delas. A diferenciação é bem nítida entre os candomblés de Angola, Keto e Jejê. Tanto é assim que os orixás têm outras designações. No candomblé de Angola, Inkisi é orixá; Iansã, Matamba ou Bamburucema; Oxum, Ndandalunda (leia-se dandalunda); Iemanjá, Kaiá, Mikaiá ou Kaiala; Nanã, Nzumbarandá, Nzumba, Zumbarandá, Ganzumba.

IEMANJÁ

É a rainha de todas as águas do mundo. O seu nome vem da expressão “YéYé Omó Ejá”, que significa mãe cujo filhos são peixes. Ela é o espelho do mundo, que reflete todas as diferenças. Mostra os caminhos, educa e sabe explorar as potencialidades que estão dentro de cada um.

Características dos filhos: 
São imponentes, belos, calmos, sensuais, fecundos, têm dignidade e irresistível fascínio (o canto da sereia). São voluntariosos, fortes, rigorosos, protetores e, por vezes, impetuosos e arrogantes. Têm o sentido da hierarquia, preocupam-se com os outros. Sem a vaidade de Oxum, gostam de luxo.
Dia: Sábado
Cor: Branco, Prateado, Azul e Rosa
Símbolo: Abebé prateado.
Elementos: Águas doces que correm para o mar, águas do mar
Domínios: Maternidade (educação), saúde mental e psicologia
Saudação: Odó-Iyá

Fonte: https://ocandomble.com

OXUM

Na Nigéria, corre o rio Oxum, a morada da mais bela Iabá, a rainha de todas as riquezas, a protetora das crianças, mãe da doçura e da benevolência. Generosa e digna, Oxum é a rainha das águas doces. Vaidosa, é a dona da fecundidade das mulheres, do grande poder feminino.

Características dos filhos de Oxum
Oxum é o arquétipo dos que agem com estratégia e são obstinados na busca dos seus objetivos. Atrás da imagem doce se esconde uma forte determinação e um grande desejo de ascensão social. Dão muito valor à opinião pública e preferem contornar as suas diferenças com habilidade e diplomacia.
Dia: Sábado
Cores: Amarelo e ouro
Símbolo: Leque com espelho (Abebé)
Elemento: Água doce (rios, cachoeiras, nascentes, lagoas)
Domínios: Amor, riqueza, fecundidade, maternidade
Saudação: Òóré Yéyé ó!

Fonte: https://ocandomble.com

NANÃ

Deusa dos mistérios, é de origem simultânea à criação do mundo. Nanã é o começo, porque é o barro e o barro é a vida. Sintetiza em si morte, fecundidade e riqueza. Designa pessoas idosas e respeitáveis. Entender Nanã é entender o destino, a vida e a trajetória do homem sobre a terra.  

Características dos filhos: 
São pessoas extremamente calmas, lentas no cumprimento das tarefas. Agem com benevolência, dignidade e gentileza. Gostam de crianças, as quais  educam com excesso de doçura e mansidão. No modo de agir e até fisicamente aparentam mais idade.
Dia: Terça-feira
Cores: Anil, branco e roxo
Símbolo: Bastão de hastes de palmeira (Ibiri)
Elementos: Terra, água, lodo
Domínios: Vida e morte, saúde e maternidade
Saudação: Salubá!

IANSÃ

Saudada como a deusa do rio Níger, o maior da Nigéria, é filha do fogo-Omo Iná. É a rainha dos raios, das ventanias, do tempo que se fecha sem chover. Guerreira por vocação, sabe defender o que é seu e conquistar, seja nas guerras, seja no amor. Iansã é a mulher que acorda de manhã, beija os filhos e sai em busca do sustento.

Características dos filhos: 
Para eles, viver é uma grande aventura, e enfrentar riscos e desafios, um prazer. Escolhem os caminhos mais por paixão do que por reflexão. Não escondem os seus sentimentos, seja de felicidade, seja de tristeza. Entregam-se a súbitas paixões e de repente esquecem, partem para outra.
Dia: Quarta-feira
Cores: Marrom, vermelho e rosa
Símbolos: Espada e Eruexin
Elementos: Ar, vento, fogo
Domínios: Tempestades, ventanias, raios, morte
Saudação: Epahei!

Fonte: https://ocandomble.com 



 Alexandre L'Omi L'Odò
Quilombo Cultural Malunguinho
alexandrelomilodo@gmail.com

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Filme Híbridos - os espíritos do Brasil terá lançamento na MIMO 2017



Filme Híbridos - os espíritos do Brasil terá lançamento na MIMO 2017


Tô todo feliz em ver o filme Híbridos - Os espíritos do Brasil, ser exibido na MIMO dia 19/11, em Olinda.


O cineasta Vincent Moon visitou o Kipupa Malunguinho em 2015 e fez um rico registro, que consta nesse filme que com certeza vai emocionar.

A Jurema está presente! Isso é motivo de celebrar. Ganhamos o mundo pelas lentes desse querido e reconhecido artista do cinema.

Bora? 

Dia 19/11 às 15h - Palestra no Convento de São Francisco

18h - Premiere na Tenda da Ribeira


Alexandre L'Omi L'Odò
Quilombpo Cultural Malunguinho
alexandrelomilodo@gmail.com

Quilombo Cultural Malunguinho

Quilombo Cultural Malunguinho
Entidade cultural da resistência negra pernambucana, luta e educação através da religião negra e indígena e da cultura afro-brasileira!