sexta-feira, 14 de abril de 2017
Entrevista sobre Teologia Afro com o Teólogo Jayro Pereira de Jesus
domingo, 31 de agosto de 2014
Curso de Extensão - Introdução ao Estudo da Juremobioética / Afrobioética Capacitação introdutória para Povo de Terreiro
sábado, 30 de agosto de 2014
Release - Curso de Juremabioética e Afrobioética com Professor Jayro Pereira de Jesus - em PE
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Curso de Afrobioteoética na Semana Estadual da Vivência e Prática da Cultura Afro Pernambucana 2013
Curso: Introdução a Afroteobioética / Afrobioteoética
Carga horária: 60 – 44 h/a presencial e 16h para elaboração de trabalho de conclusão sob orientação à distância.
Tarde das 14 às 17h; noite das 19h00 às 22h00
Ministrante: Prof. Jayro Pereira de Jesus (Ògìyán Kalafò Olorode) - Teólogo de formação e Teólogo Afrocentrado da Tradição de Matriz Africana, Afro-umbandista e Indígena.
Nº de vagas do curso: mínimo: 30 máximo: 60
Local do curso: Teatro Arraial da FUNDARP – Rua da Aurora, 264 - Centro -
Local para inscrição: Núcleo de Cultura Afro, Casa 34 – Pátio de São Pedro – Recife – Centro.
Fones: (81) 3355-3100 / 9665-1735 (Amaury Cunha).
Apoio logístico e pedagógico: Prof. João Monteiro – Fone (81) 8649-8234 – e-mail: dundunmonteiro@yahoo.com.br e Leandro Tavares – Fone (81) 9223-4883 – email: leo_tavares@hotmail.com
sábado, 14 de janeiro de 2012
INTOLERÂNCIA RELIGIOSA - REPORTAGEM PARA O JORNAL FUTURA
Transcrevi e destaco as falas dos entrevistados nesta válida reportagem do Jornal Futura como forma de deixar mais acessível as informações que eles projetaram:
Professor Teólogo afro Jayro Pereira de Jesus:Sacerdote Pai André:
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Texto do Professor Jayro Pereira de Jesus ao Jornal Diário de Pernambuco. Críticas...
Texto Original:
Política de Igualdade Racial
Ao se ler os jornais nesse período de instalação do novo mandato presidencial, com a primeira mulher presidenta da República, verifica-se invariavelmente que as matérias com relação às posses dos ministros do governo federal mereceram relevantes coberturas das mídias em geral, com exceção da posse da ministra de Política de Promoção da Igualdade Racial, Dra. Luiza Bairros em que as notícias se ativeram a notas epigráficas. Trazendo a questão para o governo do Estado de Pernambuco, a percepção é a de que a política das relações étnico-raciais é tratada e decidida aqui no âmbito das relações domésticas familiares à revelia das organizações do movimento social negro, ficando denotada nessa prática ainda fortes resquícios da sociologia colonial da casa grande e senzala. O homicídio de jovens afrodescendentes no Estado é assustador e por isso tem que se cuidar para que o Pacto pela Vida, não se converta no Pacto pela Vida Eterna a ponto de se configurar numa política efetiva de extermínio consentido. Enfim, a política de promoção de igualdade racial do Estado de Pernambuco é inquestionavelmente medíocre, de caráter personalista e autopromocional com requintes de excentricidade em que as realizações de natureza insipiente e folclórica têm acabado por banalizar, desmerecer e descredibilizar a questão racial de forma a aviltar a dignidade do povo negro desse Estado que precisa ser consubstanciada e que de acordo com a ministra Luiza Bairros: “é preciso potencializar as ações para consolidar a cidadania negra” (DP, Política, p. A8, 4/1/2011).
Jayro Pereira de Jesus
(Teólogo da Religião Afro)
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Reflexões Afro-indígenas Teológicas - Professor Jayro Pereira de Jesus
Reflexões Afro-indigenas TeológicasReflexão 1
Os terreiros da religião de matriz africana e indígena são lugares da diversidade humana incondicional, pois tem na xenofilia o seu pressuposto teológico e filosófico; porém, essa prerrogativa não pode ser confundida a ponto de convertê-los em verdadeiros antros em que subjetiviades reprimidas são exercidas, dando lugar às libertinagens em que o divino ou o sagrado se confundem com as próprias personalidades ou idiossincrasias dos indivíduos dirigentes, bem como dos/as frequentadores/as sejam eles/as assíduos/as ou esporádicos/as dos “templos religiosos” afro-indígenas.
Reflexão 2
A religião de matriz africana e afro-indígena possui uma teologia e uma filosofia que prima pela potencialização da Existência considerada como sagrada e não pela diminuição da mesma, em que a “energia” é manipulada no sentido contrário ao do engendramento da Vida enfim. Quem da Religião Afro apregoa malefícios, sobretudo, atentados à Vida, devem possuir matadores e/ou grupos de extermínios associados ao terreiro para assim conferir fidedignidade aos ditos feitiços, trabalhos, catimbós, etc. Tais elementos (homens e mulheres) que se utilizam da religião da Vida como a dos Orixás, dos Inquices, Voduns, etc., para a morte, precisam ser denunciado aos órgãos públicos de seguranças, pois se utilizam de meios mecânicos para perpetrar seus crimes.
Reflexão 3
Teólogo/ATRAI
teologiaafro@yahoo.com.br
Publico aqui reflexões importantíssimas feitas pelo Professor Jayro Pereira sobre a nossa religião de matriz afro indígena, é importante que todos leiam e coloquem seus pontos de vista, pois essas são discussões imprescindíveis ao nosso meio. A foto é de Maíra Gamarra, no IV Kipupa Malunguinho, nas matas sagradas do Catucá em 2009.
Quilombo Cultural Malunguinho
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Seminário Religiões de Matrizes Africanas e Indígenas na UNICAP, Abrindo o Mês da Consciência Negra com Vivência Prática!
A tarde do dia 01 de novembro de 2010 na UNICAP, dia de um imprensado em meio a um feriadão, levou a ciência da Jurema e o axé dos Orixás à sala 703 do Bloco "G" desta Universidade, para dialogar e elucidar estes temas com os presentes de forma a garantir a abertura do mês da consciência negra com verdadeira consciência e contribuição para o fim do racismo e da intolerância religiosa xenofóbica da sociedade brasileira para com os negros e índios e, as religiões de matrizes africanas e indígenas.Contando com a participação especial do Professor Jayro Pereira de Jesus, teólogo da religião de matriz africana e indígena, e presidente da ATRAI- Associação de Teólogos e Teólogas da Religião de Matriz Africana e Indígena, o seminário que contou com uma metodologia dinâmica, cheia de sons e cores, elementos religiosos e poesia, levou às mentes curiosas e olhares de estranhamento dos alunos e participantes parte importante das informações teológicas, históricas e culturais destas religiões. Com a coordenação do professor Vanderlei Lain, o seminário se desenvolveu com forte direcionamento ao contexto atualizado e de qualidade de bibliografias sobre o tema e contou ainda com a experiência religiosa do aluno Alexandre L'Omi L'Odò e do Professor Sacerdote Jayro, pois ambos são iniciados aos Orixás e à Jurema Sagrada, tendo forte militância política educacional nessas, em âmbito nacional.
Contando com a dinâmica artística (recital e performance), colocando em pauta as discussões de Castro Alves sobre o escravismo, através de sua poesia "O Navio Negreiro", o grupo garantiu a atenção de todas e todos, que intervieram com perguntas e explanações. Um forte ponto do encontro foi o momento que a aluna de Direito Alice Barbosa colocou sua experiência pessoal e familiar sobre o tema, expressando seu sentimento e mudança após ter entrado em contato com o universo afro brasileiro e indígena, mudando seu pensamento e rediscutindo preconceitos seus a muitos não resolvidos. Foi interessante e verdadeiro seu depoimento.
Os organizadores do evento, prepararam um presente muito especial para distribuir com todas e todos: Copias do Documentário "Atlântico Negro, Na Rota dos Orixás", do diretor Renato Barbieri e pesquisa de Victor Leonardi. O filme traz a discussão sobre as origens do candomblé, a história do negro, o período escravagista, a luta por liberdade de negros e negras no Brasil, brasileiros descendentes de africanos retornados à África (os Agudás) e, concretiza um diálogo e troca de saberes entre o Pai Euclides (Talabian de Lissá) sacerdote da casa Fanti Achanti no Maranhão com um sacerdote do culto fon de Benin. Escolhido como material imprescindível para contribuir no aumento de saberes sobre a história e cultura do povo negro, este material pedagógico, educativo e transformador foi exibido em silêncio durante as falas da palestra, dividindo por vezes a atenção dos presentes entre as falas e as imagens na TV do pequeno auditório multimídia.
Finalizando os trabalhos, depois das grandes discussões do tema, a poesia "Navio Negreiro" voltou a ser recitada com a participação especial do músico, poeta e fotógrafo Adeíldo Massapê que com muita sabedoria dividiu a cena com L'Omi. O vinho sagrado da Jurema foi destribuido entre todos presentes, configurando um momento de comunhão com o sagrado indígena, ato que levou todos e todas à aproximarem-se para experimentar a deliciosa bebida junto a fumaça comunicativa do cachimbo de mestre da Jurema.
Publico as fotos aqui para informar visualmente todo processo do evento.
Fotos de Izabella Cabral de Mello, aluna do curso de História da UNICAP. Meus agradecimentos!
Divirtam-se!
Alexandre L'Omi L'Odò, abre as discussões com louvação à Jurema Sagrada, com Fumaça de cachimbo e maracá.***
A Poesia "Navio Negreiro" de Castro Alves foi escolhida para abrir com uma performance de percussão e recital de Alexandre L'Omi L'Odò.
Setas indicam as localidades que os Tumbeiros (Navios Negreiros) traziam os negros e negras para o "Novo Mundo". Em foco, a ceta que aponta da Nigéria, Togo e Benin para Pernambuco.***
Texto "Sankofa e o Equívoco sobre África Distintas e Desconexas" do Livro Sankofa, a Matriz Africana no Mundo, da autora Elisa Larkin Nascimento (pág. 46 à 51), foi lido na íntegra pelo Marcelo Carrilho. ***
O tema "Xangô de Pernambuco", ou Nagô do Recife foi fortemente discutido na apresentação, mostrando o valor marcante desta tradição no imaginário geral do povo de terreiro de PE.***
Candomblé e Suas Nações, tema elaborado para mostrar a complexidade do imaginário das religiões de matrizes africanas no Brasil.***
A aluna Alice Barbosa, apresentou o Tambor de Mina do Maranhão e o Jarê, Xapanã e Batuque também foram temas abordados por ela.***
Plateia assistiu ao seminário com muito interesse.***
O tema da diversidade religiosa foi foco na fala da Alice Barbosa, que relatou para os presentes sua experiência pessoal ao entrar em contato com o tema do seminário. Ela afirmou que uma mudança forte aconteceu com ela, e que a imagem distorcida e diabolizada que ela tinha sobre estas religiões foi totalmente modificada para melhor.***
O Professor Teólogo da Religião Afro Jayro Pereira de Jesus, foi o convidado especial para o seminário.***
O Prof. Jayro Pereira abordou temas de extrema profundidade teológica em relação às religiões afro, mexendo com o pensamento de todos os presentes. ***
A cosmovisão africana, a teologia negra e os aspectos da lógica social enquanto "berço" da Xenofilia, formou a linha de raciocínio do prof. Jayro Pereira em sua fala.***
Mostra do quadro escrito para definir Exú e as diferenças sociais e culturais do "berço" do ocidente e do africano. Vale salientar que a ligação entre Exú-Ruah-Pneuma = Espírito Santo, causou espanto e reflexão sobre o apresentado.***
O Seminário foi finalizado com a segunda parte da performance de Alexandre L'Omi L'Odò, com o poema Navio Negreiro. Ele contou com a participação especial do Poeta e Músico Adeíldo Massapê, que fez os efeitos na percussão.***
Performance do Poema Navio Negreiro de Castro Alves.***
Uma mesa de Jurema e de estudos foi montada para ilustrar parte do trabalho.***
Ao término da apresentação, foi oferecido ao público o vinho sagrado da Jurema, para degustação e espiritualização.***
L'Omi oferecendo a Jurema Sagrada aos participantes.***
Servindo a Jurema...***
Participantes do curso de especialização em história da África bebendo Jurema. Detalhe: A direita, a aluna Maria do Carmo curiosa...***
Degustando a jurema, aluna Karla Gama, do curso de Biologia apreciou o vinho.***
Comunhão com o sagrado indígena!***
O Professor Vanderlei Lain e L'Omi degustando juntos o vinho sagrado da Jurema. Ato de celebração.***
Prof. Jayro Pereira de Jesus e o Prof. Vanderlei Lain. ***
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Seminário Religiões de Matrizes Africanas e Indígenas na UNICAP, Abrindo o Mês da Consciência Negra

Com a perspectiva de mostrar o Candomblé e suas diversas nações, o culto da Jurema Sagrada, a Pajelança, o Jarê, o Candomblé de Caboclo entre outras formas religiosas com uma metodologia epistemologicamente afrocentrada e indocentrada, todas as exposições serão focadas no significado teogônico, teosófico e histórico de cada uma, focando essencialmente no modelo principal do candomblé (culto aos Orixás) e na Jurema Sagrada do Nordeste, que tem papel fundamental nos terreiros de Pernambuco.
Trazendo como convidado especial o teólogo da religião de matriz africana e indígena, o professor e sacerdote Jayro Pereira de Jesus (Oxoguian Kalafor), baiano e profundo militante histórico do movimento negro e de terreiro do Brasil, a discussão se aprofundará com um dos maiores pensadores da religião afro no nosso país.
Sob a regência do professor Vanderlei Lain, escritor do livro Nova Consciência: A Autonomia Religiosa Pós-Moderna (Libertas, 2008) e professor da cadeira de Humanidade e Transcendência do curso de História da UNICAP, o seminário será o âmbito mais propício para uma boa conversa séria sobre fé, religião e religiosidade e filosofias de vida, mentalidades.
Abrindo o mês de novembro, o Mês da Consciência Negra, este evento que tem apoio do Quilombo Cultural Malunguinho e da UNICAP, promete promover muitas discussões relativas a realidade contemporânea do negro e índio na sociedade.
Expondo os conteúdos teremos Alexandre L'Omi L'Odò, aluno do curso de História, Alice Barbosa, aluna do curso de Direito, Marcelo Carrilho, do curso de Engenharia e o Fagner Nascimento, aluno do curso de História, todos da Universidade Católica de Pernambuco, que embora sejam de cursos distintos, discutirão o tema em grupo.
Em meio ao Feriadão e o dia de Finados, os Orixás, Caboclos, Mestres, Exús, Trunqueiros e Eguns, farão a festa na Universidade!
Seminário Religiões de Matrizes Africanas e Indígenas
Dia 01 de Novembro de 2010
Às 13h no Bloco G sala 703 - 7° andar
Evento Gratuito
Contatos: alexandrelomilodo@gmail.com
81. 8887-1496
Aluno do curso de História
Quilombo Cultural Malunguinho
Entidade cultural da resistência negra pernambucana, luta e educação através da religião negra e indígena e da cultura afro-brasileira!













