domingo, 14 de novembro de 2010

Oficina de Cine Clubismo do Cine Mais Cultura 2009 em Itamaracá, foi Fuderosa!



Oficina de Cineclubismo do Cine Mais Cultura 2009 em Itamaracá, foi Fuderosa!

Depois de um ano, revi o vídeo feito pelo companheiro Gláuber, da Saudáveis Subversivos (http://www.youtube.com/user/GlauberX77 e www.saudaveissubversivos.com) no youtube. Emocionei-me muito ao lembrar dos momentos que vivemos ali, nos dias mais audiovisuais de minha vida. Decidi colocar aqui em meu blog algumas fotografias que fiz do encontro, registros indispensáveis para uma rememorada das alegrias, cançassos e celebrações que tivemos naquele ano. Ficamos alojados no hotel Orange, ao lado literalemente do monumento histórico Forte Orange em Itamaracá. O mar logo em frente, uma piscina provocadora, comidas diversas e amigos de muito bom gosto, fizeram os 4 dias de clausura (quase) serem os melhores de todo ano de 2009 para mim.

Com as aulas do magnífico Galego, conhecido também pela alcunha de Gê, o fuderoso cordenador deste processo, tudo ficou mais animado e interessante. Tivemos ainda como professores os amigos Caio do IAPOI Cineclube e Amanda do Cineclube Azouganda (entre outros) que com conteúdos de muita importância para nossa formação cineclubista, fizeram nossos olhos e ouvidos ficarem acesos nas manhãns, tarde e noites de aulas.

Hoje, me considero um cineclubista sim, tive formação para isso, embora esteja trabalhando mais com a direção, roteirização e produção de filmes, pretendo um dia em meu terreiro de Jurema e Candomblé fundar um cineclube voltado para as coisas do povo de terreiro diretamente, contribuindo assim para o acesso ao cinema desta população negada historicamente pela sociedade.

Vale muito a pena ver o vídeo acima postado, é muito bom e mostra bem o que rolou nos dias de trabalho ao mar de Itamaracá.

Esta postagem é para os amigos do Piauí, Alagoas e Pernambuco, o povo da PEPIAL!
Vejam ainda o site da FEPEC http://fepec.blogspot.com, aqui você sempre poderá estar antenado em tudo que se passa pelo mundo do cineclubismo pernambucano.

Divirtam-se e vamos trocar lembranças e informações, ajudem-me a terminar esta postagens com os nomes das pessoas que esqueci, corrigindo o portugês, colaborando de alguma forma com acreéssimos de informações, aqui é na base do Criative Commons, bora gente fuderosa!

Uma representação visual de todo este processo.

Sala de aula.

Gê Carvalho, ... (nome das pessoas da foto)


Fidelidade à obra cinematográfica. Pense!

Gláuber da Saudáveis Subversivos, autor do vídeo Cine Mais Cultura.


Grupo de trabalho "Orange cineclube", apresentando projeto feito como resultado das aulas.

(... Acenda uma Vela) e Raphaella do Cineclube Locomotivo, tira o olho das pernotas da menina, rsrsrs.

Poesia com teatro do companheiro (... do Cineclube...)

Martinho do Quilombo de Conceição das Crioulas, Cineclube ...

Cleiton Orman da escola Pernambucana de Circo.

Festa. Depois de muito coco, maracatu e ciranda, olha o estado do companheiro Gilberto do Maracatu Estrela Brilhante...

Festa, coco, animação na noite. Muita dança ao som da alfaia.

Alexandre L'Omi L'Odò, tocando a zabumba de coco.

Alexandre L'Omi L'Odò exibindo o documentrio Maluguinho, O Guerreiro do Catucá, O Rei da Jurema.

Mestre Roberto Sabóia apresentando seus filmes.

... do cinema ... (Matho Pitho).

Dá liberdade que sai isso kkkkkk.

L'Omi.

Alexandre L'Omi L'Odò
Cineclubista do axé e da fumaça da Jurema.

alexandrelomilodo@gmail.com

Último encontro 2010! Diálogos VIII…Yabá: a mulher e o sagrado + lançamento de “As Gueledés – a festa das máscaras”

No ano de 2010, o Museu de Arte Popular (MAP), vinculado à Fundação de Cultura Cidade do Recife, deu início a uma série de debates que chega agora em sua oitava edição, a Caminhos do santo | Diálogos…, sendo esta a última edição deste ano. Ao longo do ano, o MAP promoveu debates sobre diversos assuntos suscitados pela mostra Caminhos do santo, atual exposição do museu, como a mesa de 7 de abril, que abordou a Menina-sem-nome e as cruzes de estrada, através de um curta e um documentário, além da visão da folkcomunicação sobre fenômenos como estes. Ainda em abril, no dia 22, tivemos uma mesa com três historiadores, trabalhando o personagem de Meu Rei, o santo não-canônico São Severino do Ramos e o imaginário religioso do homem sertanejo. Em maio foi a vez das imagens das romarias tomarem a mesa, através do Padre Cícero e do Morro da Conceição. Em agosto, mês das assombrações, caçamos os fantasmas e as lendas urbanas do Recife. Setembro foi o mês em que o teatro e a religião se encontraram na Diálogos. Em outubro, em parceria com o FIDR, abordamos a dança de rua, uma nova expressão de arte popular, urbana e atual. E agora, em novembro, como é de praxe, este debate terá como ponto de partida um tema ligado a exposição e ao momento da cidade e do mundo.

No dia 19 de novembro de 2010, teremos Caminhos do santo | Diálogos VIII…Yabá, a mulher e o sagrado, no auditório da Livraria Cultura, às 18:00 horas. Teremos como conferencista o pesquisador de cultura afro-brasileira Raul Lody, autor de obras como Dicionário de Arte Sacra e técnicas afro-brasileiras ; O Negro no Museu Brasileiro: construindo identidades ; Santo também come ; Povo do Santo - Religião, História e Cultura dos Orixás, Voduns, Inquices e Caboclos ; e também do livro infantil Seis Pequenos Contos Africanos. Raul também atua como curador da Fundação Gilberto Freyre (PE), da Fundação Pierre Verger (BA), do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (CE), Museu do Folclore (SP) e é Doutor em Etnologia pela Universidade de Paris.

Para fechar este ano com “chave de ouro”, o MAP aproveitará o contexto do 20 de novembro, comemorado como o dia da consciência negra, data escolhida em homenagem a morte de Zumbi dos Palmares. Hoje, as comemorações tomam todo o mês de novembro e no dia 19, o MAP trabalhará o papel da mulher nas religiões afro-brasileiras. E ainda reconhecendo e afirmando o museu como um espaço de formação, colaboração e difusão de saberes, o Museu de Arte Popular promoverá, em parceria com a editora Pallas e a Livraria Cultura, o lançamento do livro voltado para o público infantil: As Gueledés – A Festa das Máscaras, de autoria do curador, antropólogo, etnólogo e museólogo Raul Lody que também assina as ilustrações da publicação. O livro infantil explica o ritual secular das Gueledés, festa anual onde os homens iorubás contam a história das Senhoras da Noite (Iás na tradição iorubá) que formaram uma sociedade secreta para tomar o mundo.

Gueledés convite

O que | Caminhos do santo | Diálogos VIII… Yabá, a mulher e o sagrado. Encerramento da série Diálogos 2010 e lançamento do livro Gueledés.

Quando | 19 de novembro de 2010, sexta-feira, às 18 horas.

Onde | Auditório da Livraria Cultura

Promoção | Museu de Arte Popular – MAP

Quanto | Grátis

Informações | 3355-3110 / 3355-4720

Para entrar em contato com o setor de Pesquisa e Cultura: pesquisamap@hotmail.com

Para entrar em contato com o setor Educativo e Cultura: educativomap@hotmail.com

Para contatos em geral: museudeartepopular@hotmail.com

Raul Lody| Doutor em Etnologia pela Universidade de Paris, atual Sorbonne, Raul Lody é curador da Fundação Gilberto Freyre em Recife (PE), da Fundação Pierre Verger em Salvador (BA), do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura em Fortaleza (CE), Museu do Folclore em São José dos Campos (SP). É autor de dezenas de livros, incluindo À Mesa com Gilberto Freyre, Xangô – O senhor da casa de fogo e Cabelos de Axé – Identidade e Resistência.

Coordenação de Mesa

Fábio Carvalho | História, UFPE e Coordenador de Pesquisa do Museu de Arte Popular.

Realização | Museu de Arte Popular

Vamos lá pessoal, este encontro será fantástico!!

Alexandre L'Omi L'Odò.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

As Gueledés, Festa das Máscaras. Lançamento do Livro de Raul Lody 19 de Novembro na Livraria Cultura do Recife.

Texto e ilustrações de Raul Lody

Esse livro é dedicado ao público infantil, e também a todos àqueles que têm interesse pelos patrimônios culturais do continente africano no Brasil.

O livro é uma viagem à Sociedade Gueledé do povo Iorubá, tão presente na formação social e cultural brasileira.

A Sociedade Gueledé é uma sociedade de máscaras que realiza festivais com música, dança, e principalmente exibindo indumentárias, e máscaras construídas de madeira ou de outros materiais. São máscaras temáticas, verdadeiras instalações que relatam os temas do cotidiano, temas mitológicos, e principalmente os diferentes papéis culturais da mulher.

O livro integra esse o imaginário africano ao do Brasil, e é também texto para conhecer e refletir sobre as profundas relações entre os povos da Costa e a nossa civilização.

É ainda uma leitura educativa que se integrada ao projeto de ensino de História e da Cultura Africana no Brasil.

Nota

A UNESCO conferiu o título de Patrimônio Mundial da Humanidade à Sociedade Gueledé, nas suas realizações no Benin, e na Nigéria.

Raul Lody| Doutor em Etnologia pela Universidade de Paris, atual Sorbonne, Raul Lody é curador da Fundação Gilberto Freyre em Recife (PE), da Fundação Pierre Verger em Salvador (BA), do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura em Fortaleza (CE), Museu do Folclore em São José dos Campos (SP). É autor de dezenas de livros, incluindo À Mesa com Gilberto Freyre, Xangô – O senhor da casa de fogo e Cabelos de Axé – Identidade e Resistência.

Vamos marcar presença povo de terreiro de Pernambuco, este será um momento muito interessante para discutimos com o amigo Raul Lody o tema da ancestralidade feminina em nossa religião.

Muita fumaça de nossa Jurema!!

Alexandre L'Omi L'Odò
Osún Bií
Olorí eleiyé

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Seminário Religiões de Matrizes Africanas e Indígenas na UNICAP, Abrindo o Mês da Consciência Negra com Vivência Prática!

Abertura do Seminário

A tarde do dia 01 de novembro de 2010 na UNICAP, dia de um imprensado em meio a um feriadão, levou a ciência da Jurema e o axé dos Orixás à sala 703 do Bloco "G" desta Universidade, para dialogar e elucidar estes temas com os presentes de forma a garantir a abertura do mês da consciência negra com verdadeira consciência e contribuição para o fim do racismo e da intolerância religiosa xenofóbica da sociedade brasileira para com os negros e índios e, as religiões de matrizes africanas e indígenas.

Contando com a participação especial do Professor Jayro Pereira de Jesus, teólogo da religião de matriz africana e indígena, e presidente da ATRAI- Associação de Teólogos e Teólogas da Religião de Matriz Africana e Indígena, o seminário que contou com uma metodologia dinâmica, cheia de sons e cores, elementos religiosos e poesia, levou às mentes curiosas e olhares de estranhamento dos alunos e participantes parte importante das informações teológicas, históricas e culturais destas religiões. Com a coordenação do professor Vanderlei Lain, o seminário se desenvolveu com forte direcionamento ao contexto atualizado e de qualidade de bibliografias sobre o tema e contou ainda com a experiência religiosa do aluno Alexandre L'Omi L'Odò e do Professor Sacerdote Jayro, pois ambos são iniciados aos Orixás e à Jurema Sagrada, tendo forte militância política educacional nessas, em âmbito nacional.

Contando com a dinâmica artística (recital e performance), colocando em pauta as discussões de Castro Alves sobre o escravismo, através de sua poesia "O Navio Negreiro", o grupo garantiu a atenção de todas e todos, que intervieram com perguntas e explanações. Um forte ponto do encontro foi o momento que a aluna de Direito Alice Barbosa colocou sua experiência pessoal e familiar sobre o tema, expressando seu sentimento e mudança após ter entrado em contato com o universo afro brasileiro e indígena, mudando seu pensamento e rediscutindo preconceitos seus a muitos não resolvidos. Foi interessante e verdadeiro seu depoimento.

Os organizadores do evento, prepararam um presente muito especial para distribuir com todas e todos: Copias do Documentário "Atlântico Negro, Na Rota dos Orixás", do diretor Renato Barbieri e pesquisa de Victor Leonardi. O filme traz a discussão sobre as origens do candomblé, a história do negro, o período escravagista, a luta por liberdade de negros e negras no Brasil, brasileiros descendentes de africanos retornados à África (os Agudás) e, concretiza um diálogo e troca de saberes entre o Pai Euclides (Talabian de Lissá) sacerdote da casa Fanti Achanti no Maranhão com um sacerdote do culto fon de Benin. Escolhido como material imprescindível para contribuir no aumento de saberes sobre a história e cultura do povo negro, este material pedagógico, educativo e transformador foi exibido em silêncio durante as falas da palestra, dividindo por vezes a atenção dos presentes entre as falas e as imagens na TV do pequeno auditório multimídia.

Finalizando os trabalhos, depois das grandes discussões do tema, a poesia "Navio Negreiro" voltou a ser recitada com a participação especial do músico, poeta e fotógrafo Adeíldo Massapê que com muita sabedoria dividiu a cena com L'Omi. O vinho sagrado da Jurema foi destribuido entre todos presentes, configurando um momento de comunhão com o sagrado indígena, ato que levou todos e todas à aproximarem-se para experimentar a deliciosa bebida junto a fumaça comunicativa do cachimbo de mestre da Jurema.

Publico as fotos aqui para informar visualmente todo processo do evento.
Fotos de Izabella Cabral de Mello, aluna do curso de História da UNICAP. Meus agradecimentos!
Divirtam-se!

Alexandre L'Omi L'Odò, abre as discussões com louvação à Jurema Sagrada, com Fumaça de cachimbo e maracá.
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A Poesia "Navio Negreiro" de Castro Alves foi escolhida para abrir com uma performance de percussão e recital de Alexandre L'Omi L'Odò.
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Alexandre L'Omi L'Odò explicando a "Diáspora Negra".
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Em foco o País Mossambique, local que também foi incluído no tráfego negreiro para o Brasil.
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Setas indicam as localidades que os Tumbeiros (Navios Negreiros) traziam os negros e negras para o "Novo Mundo". Em foco, a ceta que aponta da Nigéria, Togo e Benin para Pernambuco.
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Texto "Sankofa e o Equívoco sobre África Distintas e Desconexas" do Livro Sankofa, a Matriz Africana no Mundo, da autora Elisa Larkin Nascimento (pág. 46 à 51), foi lido na íntegra pelo Marcelo Carrilho.
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O tema "Xangô de Pernambuco", ou Nagô do Recife foi fortemente discutido na apresentação, mostrando o valor marcante desta tradição no imaginário geral do povo de terreiro de PE.
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Candomblé e Suas Nações, tema elaborado para mostrar a complexidade do imaginário das religiões de matrizes africanas no Brasil.
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A aluna Alice Barbosa, apresentou o Tambor de Mina do Maranhão e o Jarê, Xapanã e Batuque também foram temas abordados por ela.
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Plateia assistiu ao seminário com muito interesse.
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O tema da diversidade religiosa foi foco na fala da Alice Barbosa, que relatou para os presentes sua experiência pessoal ao entrar em contato com o tema do seminário. Ela afirmou que uma mudança forte aconteceu com ela, e que a imagem distorcida e diabolizada que ela tinha sobre estas religiões foi totalmente modificada para melhor.
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O Professor Teólogo da Religião Afro Jayro Pereira de Jesus, foi o convidado especial para o seminário.
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O Prof. Jayro Pereira abordou temas de extrema profundidade teológica em relação às religiões afro, mexendo com o pensamento de todos os presentes.
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A cosmovisão africana, a teologia negra e os aspectos da lógica social enquanto "berço" da Xenofilia, formou a linha de raciocínio do prof. Jayro Pereira em sua fala.
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Mostra do quadro escrito para definir Exú e as diferenças sociais e culturais do "berço" do ocidente e do africano. Vale salientar que a ligação entre Exú-Ruah-Pneuma = Espírito Santo, causou espanto e reflexão sobre o apresentado.
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O Seminário foi finalizado com a segunda parte da performance de Alexandre L'Omi L'Odò, com o poema Navio Negreiro. Ele contou com a participação especial do Poeta e Músico Adeíldo Massapê, que fez os efeitos na percussão.
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Performance do Poema Navio Negreiro de Castro Alves.
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Uma mesa de Jurema e de estudos foi montada para ilustrar parte do trabalho.
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Ao término da apresentação, foi oferecido ao público o vinho sagrado da Jurema, para degustação e espiritualização.
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L'Omi oferecendo a Jurema Sagrada aos participantes.
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Servindo a Jurema...
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Participantes do curso de especialização em história da África bebendo Jurema. Detalhe: A direita, a aluna Maria do Carmo curiosa...
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Degustando a jurema, aluna Karla Gama, do curso de Biologia apreciou o vinho.
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Comunhão com o sagrado indígena!
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O Professor Vanderlei Lain e L'Omi degustando juntos o vinho sagrado da Jurema. Ato de celebração.
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Prof. Jayro Pereira de Jesus e o Prof. Vanderlei Lain.
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Mestrando Américo de Ògún Soròké, Prof. Jayro Pereira de Jesus e Prof. Vanderlei Lain.
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Poeta Adeíldo Massapê, L'Omi, Pai Américo de Ògún e alunos do curso de história da África.
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No cachimbo da Jurema: Professor Vanderlei Lain.
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Alexandre L'Omi L'Odò (História), Alice Barbosa (Direito), Marcelo Carrilho (Engenharia) e Fagner Nascimento (História), alunos que apresentaram e construiram juntos o trabalho sob orientação de L'Omi.
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Alexandre L'Omi L'Odò
Sacerdote e estudante de História da UNICAP

alexandrelomilodo@gmail.com

Quilombo Cultural Malunguinho

Quilombo Cultural Malunguinho
Entidade cultural da resistência negra pernambucana, luta e educação através da religião negra e indígena e da cultura afro-brasileira!