Alexandre L'Omi L'Odò
Quilombo Cultural Malunguinho
81. 8887-1496
Espaço internacional de discussão e troca de saberes. Local para estreitar nossas negras discussões e lucubrações sobre a Música Percussiva (Yorùbá/afro-descendente e nordestina) e as religiões das matrizes indígenas e africanas, além de todo o seu imaginário histórico, social, cultural e pedagógico. Local de exposição de vivências práticas com a religião negra!!!
Ao se ler os jornais nesse período de instalação do novo mandato presidencial, com a primeira mulher presidenta da República, verifica-se invariavelmente que as matérias com relação às posses dos ministros do governo federal mereceram relevantes coberturas das mídias em geral, com exceção da posse da ministra de Política de Promoção da Igualdade Racial, Dra. Luiza Bairros em que as notícias se ativeram a notas epigráficas. Trazendo a questão para o governo do Estado de Pernambuco, a percepção é a de que a política das relações étnico-raciais é tratada e decidida aqui no âmbito das relações domésticas familiares à revelia das organizações do movimento social negro, ficando denotada nessa prática ainda fortes resquícios da sociologia colonial da casa grande e senzala. O homicídio de jovens afrodescendentes no Estado é assustador e por isso tem que se cuidar para que o Pacto pela Vida, não se converta no Pacto pela Vida Eterna a ponto de se configurar numa política efetiva de extermínio consentido. Enfim, a política de promoção de igualdade racial do Estado de Pernambuco é inquestionavelmente medíocre, de caráter personalista e autopromocional com requintes de excentricidade em que as realizações de natureza insipiente e folclórica têm acabado por banalizar, desmerecer e descredibilizar a questão racial de forma a aviltar a dignidade do povo negro desse Estado que precisa ser consubstanciada e que de acordo com a ministra Luiza Bairros: “é preciso potencializar as ações para consolidar a cidadania negra” (DP, Política, p. A8, 4/1/2011).
Jayro Pereira de Jesus
(Teólogo da Religião Afro)
Reflexões Afro-indigenas Teológicas
Gira de Jurema no V Kipupa Malunguinho. Foto de Laila Santana.

Brasília: UNESCO, Secad/MEC, UFSCar, 2010.
Resumo: Publicada em oito volumes, a coleção História Geral da África está agora também disponível em português. A edição completa da coleção já foi publicada em árabe, inglês e francês; e sua versão condensada está editada em inglês, francês e em várias outras línguas, incluindo hausa, peul e swahili. Um dos projetos editoriais mais importantes da UNESCO nos últimos trinta anos, a coleção História Geral da África é um grande marco no processo de reconhecimento do patrimônio cultural da África, pois ela permite compreender o desenvolvimento histórico dos povos africanos e sua relação com outras civilizações a partir de uma visão panorâmica, diacrônica e objetiva, obtida de dentro do continente. A coleção foi produzida por mais de 350 especialistas das mais variadas áreas do conhecimento, sob a direção de um Comitê Científico Internacional formado por 39 intelectuais, dos quais dois terços eram africanos.
Download gratuito (somente na versão em português -Baixe Agora):
Ele nasceu em 1909 em Ikenne, o atual estado de Ogun, na Nigéria. Frequentou várias escolas, e depois tornou-se professor em Abeokuta, após o que ele se qualificou como um estenodactilógrafo (taquigrafia mais datilográfo).
Awo como era carinhosamente chamado pelos admiradores serviu como um caixeiro na famosa Wesley College, bem como um correspondente do Times da Nigéria. Foi depois disso que ele embarcou em vários empreendimentos empresariais para ajudar a levantar fundos para a viagem ao Reino Unido (UK) para estudos posteriores.
Ele acabou viajando para o Reino Unido onde obteve uma licenciatura em Direito pela London School of Economics. Quando ele voltou para a Nigéria juntou-se ao vagão políticos da época pré-independência.
Como a maioria de seus contemporâneos, ele se tornou um líder político regional. Ele fundou o Egbe Omo Oduduwa, uma organização sócio-política que mais tarde foi transformado em um partido político conhecido como o Grupo de Acção (AG).
Awolowo foi eleito como o primeiro premier indígena da Região Oeste sob o sistema parlamentar da Nigéria em 1952. No entanto, quando a Nigéria se tornou independente em 1960, ele se tornou o líder oficial da oposição no parlamento federal para o governo Balewa 1960-1963, um feito que contribuiu para a forte cultura política ao qual testemunhou a partir de então. A oposição do grupo Ação realmente serviu como um cheque grande sobre os excessos do governo federal no âmbito da coalizão NPC-NCNC.
Awolowo era um líder que acredita que o Estado deve canalizar os seus recursos em educação e desenvolvimento das infra-estruturas, daí ele introduziu obrigatório e gratuitamente o ensino primário, na Região Oeste. Ele também criou bolsas de estudo para atender às necessidades educacionais e materiais de estudantes carentes.
Hoje, enquanto falamos, a maioria dos intelectuais e figurões na Nigéria, foram beneficados pela política educacional livre de Obafemi Awolowo como premier da região Oeste.
Ele criou o primeiro serviço de televisão na África em 1959 para educar a população através de informação e entretenimento. Hoje, o mundo está comemorando o jubileu de ouro da televisão primeira na África a seu crédito.
Ele estabeleceu a Oduduwa (agora Odua) Group of Companies, que dispõe de propriedades desembargadas, bancos e outras sociedades. Awo também utilizou o produto da indústria de exportação de cacau lucrativos famoso na região Oeste para expandir projetos de eletrificação na região. Como todos podemos ver hoje em dia, existem várias indústrias na parte ocidental da Nigéria, como resultado da disponibilidade de fornecer energia suficiente e constante.
Awo era um líder generoso e visionário que pensou à frente de seus contemporâneos e acreditava no desenvolvimento do capital humano para a posteridade. Para ele, boa e bem desenvolvidas mentes, impulsiona o desenvolvimento nacional. Ele forneceu gratuitamente centros de saúde na região para atender as necessidades de saúde das pessoas, como ele acreditava que um homem ou mulher saudável irá contribuir positivamente para o desenvolvimento da região. Em seu tempo, as pessoas de sua região estavam vivendo mais tempo quando comparado com outras regiões, como resultado de instalações de boa saúde e meio ambiente.
Ele era um homem que acreditava em dar a outros chance de crescer e ocupar posições importantes no esquema das coisas. Fiel a este fato, antes da independência, ele foi persuadido por membros proeminentes do Grupo de Ação para liderar o partido, como líder da oposição no Parlamento Federal, deixando Samuel Ladoke Akintola como a Região Western Premier.
No entanto, o desacordo entre Awolowo e Akintola sobre a melhor forma para executar (tornar) a região Oeste independente da influência extranha falhou. Esta discordância levou a aiança profana entre Akintola e o Tafawa Balewa ao NPC, governo federal. De fato, alguns políticos leais a Akintola formaram uma quebra de partido para longe, a Nigerian National Democratic Party (NNDP) sob Chefe Samuel Ladoke Akintola.
De fato, o partido no poder explorou a cerveja na crise política artificial constitucional para sabotar o progresso e unidade na Região Oeste. Basta dizer que, depois de uma eleição que Awolowo alegou que Akintola o fazia uma nova coalizão, este tinha perdido, mas o resultado manipulado, deu em uma revolta inicial. O tumulto levou ao que ficou conhecido no folclore político da Nigéria como "wetie operação" (wet-lo com querosene / gasolina para que ele possa ser incendiados).
Após a crise, o parlamento federal declarou estado de emergência na região ocidental e, na Assembléia regional foi eleito, portanto, suspensos, apenas para ser reconstituído após novas eleições, que trouxe o NNDP ao controle.
Pouco depois, em 1964, Awolowo e vários outros foram acusados e presos por conspirar com algumas autoridades ganenses sob Kwame Nkrumah para derrubar o governo federal.
Os remanescentes do Grupo de Ação disputaram a eleição nacional de 1965, em aliança com a maior parte ibo e NCNC do Sudeste. Em meio a acusações de fraude pela oposição, o NPC-NNDP ganhou a eleição. Houve tumultos violentos em algumas partes da região do Oeste.
Embora, Awolowo não conseguiu vencer a eleição presidencial de 1979 e 1983, suas políticas de Livre saúde e educação foram realizadas através de todos os estados de controle por seu partido, o Partido Unidade da Nigéria (UPN) e, posteriormente, em todo o país.
O Chefe Awolowo foi lembrado para a construção do primeiro estádio, Estádio do Liberty, em Ibadan, na África Ocidental, primeiro canal de televisão WNTV na África, executando o melhor serviço civil na África na época (na Região Oeste),
Ele também seria creditado por inventar o nome "Naira" para a moeda da Nigéria (anteriormente conhecida como a libra Nigeriana) como o Comissário Federal das Finanças durante o governo militar do general Yakubu Gowon.
Hoje, ele é lembrado por muitos nigerianos e não nigerianos como o melhor presidente da Nigéria, que nunca governou. E, embora muitas vezes ignorado, Chefe Obafemi Awolowo foi de fato o vice-presidente do general Yakubu Gowon, quando foi vice-presidente do Supremo Conselho Executivo sob Gowon contrariamente à opinião popular realizada sobre a posição de Vice-Almirante JEA Wey.
Awolowo era respeitado por Kwame Nkrumah, e alguns políticos do Ocidente continuam a invocar o seu nome, suas políticas, e o slogan popular do seu partido, Grupo de Acção "vida mais abundantes" durante as campanhas.
Ele também foi o autor de várias publicações sobre a estrutura política e as perspectivas futuras da Nigéria. Essas obras incluem Caminho para a Liberdade da Nigéria, Reflexões sobre a Constituição nigeriana, e Estratégias e Táticas da República Popular da Nigéria.
A Universidade de Ifé, localizado em Ifé, Nigéria, foi re-batizada como Obafemi Awolowo University, como homenagem póstuma a este rgande líder histórico.
Visite e confira o texto original em inglês: http://www.acceleratorng.com/thepatriot.php?bid=7
Alexandre L'Omi L'Odò
Salve o Mês da Consciência Negra 2010!
alexandrelomilodo@gmail.com
Programação I Festa Zumbi dos PalmaresA Festa acontecerá ao ar livre, no centro histórico do bairro do Recife, com dois polos que ligarão os percursos dos 24 grupos que se apresentarão em cortejos. Um saindo da Praça do Arsenal da Marinha para a Rua da Moeda e outro fazendo o caminho inverso. Entre os convidados, Selma do Coco, Mestre Galo Preto, Grupo Bongar, Afoxé Alafin Oyó e Gigante do Samba.
Assim como a Festa da Boa Morte, na Bahia, a 1ª Festa Zumbi dos Palmares mistura elementos do catolicismo e do candomblé e vem para potencializar o turismo internacional e nacional, tornando-se um grande evento turístico cultural da cidade. A Festa Zumbi dos Palmares vem para perpetuar os folguedos populares, apoiar a cultura e desestigmatizar essas expressões através da música, dança e representação. Inseri-las na sociedade com lugar de destaque, tornando-se calendário para os grupos em data significativa. Além de vivificar a história do líder Zumbi usando o espetáculo artístico como ferramenta de educação. Zumbi dos Palmares, aos 25 anos, substituiu o líder Ganga Zumba e comandou a resistência do quilombo mais mítico e equilibrado da história.
PROGRAMAÇÃO COMPLETA
Concentrações Rua da Moeda
(14h30) Afoxé Oyá Alaxé
(15h) Maracatu Cambindinha Dourada
(15h) Afoxé Oxum Pandá
(16h) Nação do Maracatu Leão da Campina
(16h30) Afoxé Ilé Egba
(17h) Maracatu Nação Estrela Brilhante do Recife
(17h30) Afoxé Povo de Odé
Concentrações Praça do Arsenal da Marinha
(14h30) Afoxé Alafin Oyó
(15h) Maracatu Carnavalesco Misto Leão Coroado
(15h30) Afoxé Omim Sabá
(16h) Maracatu Nação Estrela Brilhante de Igarassu
(16h30) Maracatu Baque Solto Piaba de Ouro
(17h) Nação do Maracatu Porto Rico
(17h30) Gigante do Samba
PALCO ARSENAL
16h Ciranda Pernambucana de Olinda do Mestre Ferreira
17h Selma do Coco
19h Grupo Bongar
20h Ciranda Mimosa de João da Guabiraba
PALCO MOEDA
16h Afoxé Filhos de Xangô
17h Coco de Olga
18h Aurinha do Coco
19h Escola de Samba Galeria do Ritmo
SERVIÇO:
1ª Festa Zumbi dos Palmares
28 de Novembro (domingo)
A partir das 14h30
Projeção de vídeos no Teatro Malunguinho, do projeto “Tem preto na tela”.
Feira de artesanato
ASSESSORIA DE IMPRENSA
Festa Zumbi dos Palmares
Belisa Parente – (81) 9199-1399 | (81) 3422-1723
FOTOS/DIVULGAÇÃO
O Grupo Quilombo Cultural Malunguinho (QCM), a Associação Nacional de Teólogos e Teólogas da Religião de Matriz Africana e Indígena (ATRAI), bem como a EGBÉ ÒRUN ÀIYÉ (Associação Afro-Brasileira de Estudos Teológicos e Filosóficos das Culturas Negras) preocupados com a qualidade das atividades que se inscrevem no processo da educação das relações étnico-raciais no Brasil e particularmente na capital pernambucana e no Estado como um todo une suas forças para contrainformar o que denominam de banalização da epistemologia negro-africana, usando como anteparo para tais ações deletérias as Leis 10.639/2003 e a 11.645/2008.
A compreensão é a de que as ditas práticas “pedagógicas” de formação e capacitação não só têm contribuindo para engendrar o racismo e a intolerância religiosa que grassa no país como dificultado a implementação das diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afrobrasileira e africana
Diante do exposto o QCM, a ATRAI e a EGBÉ ÒRUN ÁIYÉ, oferecem a partir do dia 29 de novembro cursos de Língua Yorùbá, que serão ministrados por um africano de nacionalidade nigeriana de fala yorùbá, Gideon Babalolá Ìdòwù, formado em Língua e Literatura Ocidental (Western Language and Literature – Spanish) pela The University of the State of New York, Albany, NY.
O docente é autor de um dos primeiros livros publicados sobre o assunto no Brasil (1990), intitulado “Uma abordagem Moderna ao Yorúbá (Nagô), o qual está passando por uma profunda e cuidadosa revisão em vista da segunda edição da obra que sairá em breve. Quando da sua primeira estada no Brasil o escritor foi aluno do curso de Tradutor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFGRS), nos termos do acordo Brasil/Nigéria.
Com vagas limitadas, as inscrições para o curso de Língua Yorùbá poderão ser feitas estritamente nos dias 24, 25 e 26 do mês em curso (novembro 2010), nos horários das 14h00 às 19h00, no Museu da Abolição situado na Rua Benfica, 1150 – Madalena.
O investimento é apenas de R$ 70,00 (setenta reais), devendo ser depositado em conta bancária, cujos dados serão fornecidos no ato da pré-inscrição que se converterá em inscrição confirmada efetivamente depois da comprovação do pagamento devido.
O curso de Língua Yorùbá está aberto a todos/as que desejarem conhecer e aprender o idioma no nível básico I nos moldes dos cursos de idiomas. Podem participar: adeptos da Religião de Matriz Africana e Afro-Indígena, professores/as das redes públicas e particulares de ensino, alunos/as e profissionais das Ciências Humanas, etc.
A continuidade seguindo a dinâmica modular do referido curso se dará mediante a oferta das seguintes etapas subseqüentes: Básico II, Intermediário I e II, Avançado I e II.
O curso também será oferecido em João Pessoa (PB) na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) através da Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários (PRAC).
Breve histórico do professor:
Gideon Babalolá Ìdòwú nasceu em Yaba – Lagos, Nigéria em 1960. Completou seus estudos de Primário e Colégio em Lagos, em 1978. Trabalhou no “Ministry of Works, Survey Division” Lagos ate 1981. Enquanto trabalhava, fazia diversos cursos de teoria e rudimento da música e obteve o diploma de nível 4 da “The Associated Board of the Royal Schools of Music” de Londres. Em abril de 1981, veio ao Brasil com a intenção de estudar música, mas teve de mudar de idéia. Depois de fazer um curso de Língua Portuguesa para estrangeiros na Universidade de São Paulo, em 1982, mudou-se para Rio Grande do Sul como aluno-convênio, nos termos do acordo Brasil/Nigéria. Como estudante do Curso de Tradutor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ele tem revelado o desejo de tornar mais conhecida a cultura nigeriana, não somente no Rio Grande do Sul, como também no Brasil. Conseguiu aos poucos adaptar-se a realidade cultural brasileira. Foi coralista ate 1987, quando realizou, junto com o compositor Antônio Carlos Cunha, um trabalho sobre canções nigerianas. As mesmas foram interpretadas pelo Coral do Tribunal da Justiça do Estado do Rio Grande do Sul no transcurso do XXIV Festival Internacional de Coros. Além disto, vem proferindo palestras em seminários e colóquios dentro e fora do Estado, tendo, ainda, ministrado cursos de Introdução ao Yorùbá. Em 1988, durante uma programação do Centenário da Abolição da Escravatura, ministrou o Curso Básico de Língua e Cultura Yorùbá, numa promoção da Supervisão Técnica da Secretária da Educação e Comissão do Centenário da Abolição da Escravatura, do Conselho de Desenvolvimento Cultural do Rio Grande do Sul. Culminado seu processo de integração Nigéria/Brasil, Gideon Babalolá Ìdòwú escreveu “Uma Abordagem Moderna ao Yorùbá (Nagô)” em que questiona alguns conceitos correntes equivocados sobre a língua Yorùbá.Mini-curso de Língua Yorùbá com professor Gideon Babalolá Ìdòwú
Local: MAB- Museu da Abolição
De 29/11 à 03 de dezembro
15 vagas, tunos tarde e noite
Investimento: R$; 70,00
Será entregue Certificado Oficial.
Para contatos e maiores informações:
Telefones: (081) 8649-8234 / 8609-3796 / 8887-1496 / 3228-3248 (MAB)
E-mail’s: quilombo.cultural.malunquinho@gmail.com;
www.qcmalunguinho.blogspot.com; http://atraibr.org/
Parcerias: Maracatu Nação Raízes do Pai Adão; Mestre Galo Preto; Tronco da Jurema; MAB- Museu da Abolição; UFPB - PRAC- Pró-reitoria de Assuntos Comunitários.
Alexandre L'Omi L'Odò
Quilombo Cultural Malunguinho

Mestre Galo Preto. Foto de Carolline BittencourtSem Exclusão (Preto é Bonita Cor)
(Mestre Galo Preto/Argentina de Queiroz Lima) 2007.
Quem disser que preto é feio
Preto é uma bonita cor
É com preto que eu escrevo
As cartas pra o meu amor
A diferença está na pele
Ponha o Branco e o preto nú
Tudo sangue é vermelho
Eu nunca vi sangue azul
Queremos a igualdade
Todos nós somos irmãos
Merecemos o mesmo trato
Somos todos cidadãos
Sem marcar de preconceito
Direito à cidadania
Merecer todo respeito
Vivendo com alegria
Olha eu sou Galo preto cantador
Pra rimar faço na hora
Minha veia expiatória
Agora funcionou
Vá sabendo que eu sou
Repentista de verdade
E mostro a capacidade
Quando você me convocou
Sou um preto de valor
Reconhecidamente
Fui a Flávio Cavalcante
Já cantei pra toda gente
Já cantei com o Chacrinha
Ainda deixaram uma vaga
Fui no programa Sílvio Santos
Fiz show com Luiz Gonzaga
Outra vez eu fui cantar
Com Lima Duarte no Som Brasil
Se você não me conhece
Olha o Galo Preto aqui
Serviço
Homángem ao Mestre Galo Preto
Local: Rua Alvenópolis S/N Jardim São Paulo - Recife - PE
Dia 18 de Novembro
15h.
Conheça: www.myspace.com/mestregalopreto
Alexandre L'Omi L'Odò
Produção do Mestre Galo Preto.
Uma representação visual de todo este processo.
Sala de aula.
Gê Carvalho, ... (nome das pessoas da foto)
Fidelidade à obra cinematográfica. Pense!
Gláuber da Saudáveis Subversivos, autor do vídeo Cine Mais Cultura.
Grupo de trabalho "Orange cineclube", apresentando projeto feito como resultado das aulas.
(... Acenda uma Vela) e Raphaella do Cineclube Locomotivo, tira o olho das pernotas da menina, rsrsrs.