domingo, 31 de agosto de 2014

Alexandre L’Omi L’Odò realiza palestra na FAFIRE com tema “A Jurema Merece Respeito – Religião de Matriz Indígena no Contexto Social e Teológico”


Alexandre L’Omi L’Odò realiza palestra na FAFIRE com tema
“A Jurema Merece Respeito – Religião de Matriz Indígena no Contexto Social e Teológico”

Estarei, no próximo dia 18 de setembro de 2014 às 19h, realizando mais uma palestra comemorando a Semana Estadual da Vivência e Prática da Cultura Afro Pernambucana – Lei Malunguinho 13.298/07.

O tema central da palestra é: “A Jurema Merece Respeito – Religião de Matriz Indígena no Contexto Social e Teológico”.

Abordarei alguns temas transversais como racismo, intolerância religiosa, política e povo de terreiro, e abriremos para nossa tradicional troca de saberes entre alunos, professores e outros participante.

Compareçam e vamos celebrar os 10 anos do Quilombo Cultural Malunguinho na pisada do fortalecimento do conhecimento de nosso povo.
Sobô Nirê!!!

Serviço:

Local: FAFIRE

Palestra:
A Jurema Merece Respeito – Religião de Matriz Indígena no Contexto Social e Teológico

Palestrante:
Alexandre L’Omi L’Odò – Historiador, sacerdote juremeiro e aborisá Jeje Nagô, membro do Comitê Nacional de Respeito à Diversidade Religiosa da Presidência da República. www.alexandrelomilodo.blogspot.com 

Entrada Gratuita.

Informações: 81. 9955-9951 / 9525-7119


Alexandre L’Omi L’Odò
Quilombo Cultural Malunguinho
alexandrelomilodo@gmail.com

Curso de Extensão - Introdução ao Estudo da Juremobioética / Afrobioética Capacitação introdutória para Povo de Terreiro


Em comemoração aos 10 anos do Quilombo Cultural Malunguinho

Curso de Extensão
Introdução ao Estudo da Juremobioética / Afrobioética
Capacitação introdutória para Povo de Terreiro

Prof. Jayro Pereira de Jesus

Carga horária: 60 – 44 h/a presencial e 16h para elaboração de trabalho de conclusão

Período: De 22 à 27 de setembro de 2014
Turnos: Tarde e noite

Locais: Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano
Rua do Imperador, 371 – Santo Antônio – Recife/PE (só turno da noite)

Núcleo Afro: Pátio de São Pedro, Santo Antônio – Recife/PE (só turno da tarde)

30$ taxa para material didático

Será entregue certificado para quem cumprir mais de 75% da carga horária do curso.

Inscrições
Mandar solicitação para email: alexandrelomilodo@gmail.com
Ou ligar para: 81. 9525-7119 (TIM) / 8887-1496 (Oi)
Você receberá um email com a ficha de inscrição que deverá preencher e mandar de volta para L’Omi L’Odò.

Realização: Quilombo Cultural Malunguinho, L’Omi L’Odò Produções – Pesquisas e Consultorias, Ministério da Saúde, Egbé Orun Àyé, ATRAI e ESTAF

Apoio: Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano, Ilé Iyemojá Ògúnté, Núcleo Afro da Prefeitura do Recife, Palácio de Iemanjá e Casa das Matas do Reis Malunguinho.


Atividade da 7° Semana Estadual da Vivencia e Prática da Cultura Afro Pernambucana – Lei estadual 13.298/07 (Lei Malunguinho).


Alexandre L'Omi L'Odò
Quilombo Cultural Malunguinho
alexandrelomilodo@gmail.com 

sábado, 30 de agosto de 2014

Release - Curso de Juremabioética e Afrobioética com Professor Jayro Pereira de Jesus - em PE

Professor Jayro Pereitra de Jesus - Teólogo Afro Indígena. Foto da CULTINE/Divulgação.

POVO DE TERREIRO DA TRADIÇÃO DA JUREMA (JUREMABIOÉTICA) E DE MATRIZ AFRICANA DE RECIFE E REGIÃO METROPOLITANA TERÃO CAPACITAÇÃO EM AFROBIOÉTICA

Em comemoração dos 10 anos do Quilombo Cultural Malunguinho, decidimos fortalecer mais ainda o Povo Tradicional de Terreiro com informação de qualidade na 7° Semana Estadual da Vivência e Prática da Cultura Afro Pernambucana (Lei Malunguinho 13.298/07).

Visando contribuir para o Povo de Terreiro na perspectiva de qualificar e alterar a esfera pública das Tradições de Matriz Africana e Indígena, será ofertado de 22 a 27 de setembro de 2014, o curso de capacitação introdutória em JUREMOBIOÉTICA e AFROBIOÉTICA para o Povo de Terreiro da Jurema Sagrada (Juremaafrobioética) das Tradições de Matriz Africana da cidade de Recife e região metropolitana. É tarefa igualmente do curso, habilitar adeptos das Tradições da Jurema, de Matriz Africana e Afro-Umbandista para atuarem mediante massa crítica nos Conselhos Municipais de Saúde e nos Comitês de Bioética de Hospitais, Universidades (controle afrosocial), etc. 

Ofertado pela EGBÉ ÒRUN ÀIYÉ (Associação Afro-Brasileira de Estudos Teológicos e Filosóficos das Culturas Negras) pela Associação Nacional de Teólogos e Teólogas Afrocentrados/as da Tradição de Matriz Africana, Afro-Umbandista e Indígena, bem como pela Escola de Filosofia e Teologia Afrocentrada (ESTAF), e também pelo Quilombo Cultural Malunguinho e a L’Omi L’Odò Produções – Pesquisas e Consultorias (estas duas últimas organizadoras do curso em PE) a capacitação visa abordar os valores éticos e morais da vida humana e em geral de acordo com visão de mundo dos povos africanos trazidos para o Brasil compulsoriamente e dos povos indígenas.

O curso sobre JUREMOBIOÉTICA/AFROBIOÉTICA é uma proposta que visa trazer à tona a gama axiológica e pressupostos ontológicos negro-africanas para dialogar com as demandas contemporâneas no que concerne a doação de órgãos, transplantes, aborto, tratamento de fertilização, clonagem, células-troncos, embriões à luz da afroética, bem como da Afrobioética e pesquisas com seres humanos, Afrobioética, mulheres negras e de Terreiros, pressupostos afrofilosóficos e afroteológicos, afrobiodireito, pressupostos civilizatórios africanos e a dignidade humana, questões de identidade de gênero de acordo com os postulados da cosmovisão africana e indígena, entre outros conteúdos que serão abordados no curso.             

O curso abrirá espaço ainda para a discussão da ética dentro da Jurema e dos cultos de matrizes africanas e umbandistas.

A palavra Bioética é uma bricolagem advinda de ética e vida (bio) significando a grosso modo “ética da vida” ou ética aplicada à vida. Quando se acrescenta mais uma palavra aqui no caso “afro” antecedendo a bricolagem e por sua vez compondo uma tríplice (tri) colagem visa situar a África, como nascedouro do ser humano, berço da civilização e o Egito africano como a fonte da civilização ocidental (NASCIMENTO, Elisa Larkin. Introdução às antigas civilizações Africanas. In: ___. A matriz africana no mundo. São Paulo: Selo Negro, 2008, p. 56).

A capacitação já fora realizada na capital pernambucana e no Rio de Janeiro no ano de 2013 com apoio do Ministério da Saúde (DAGEP/SEGEP) e neste ano de 2014 realizou-se inicialmente nas cidades de Belém (PA), Palmas e Porto Nacional (TO) e novamente Recife e, em seguida pela segunda vez no Rio de Janeiro, contando com os apoios da SEPPIR e novamente do Ministério da Saúde através dos órgãos DAGEP e SEGEP.        
                       
O facilitador da capacitação é Prof. Jayro Pereira de Jesus (Ògìyán Kalafò Olorode), Teólogo de Formação e Teólogo Afrocentrado de Visão Mundo Africana, Afro-Umbandista e Indígena, Licenciado em Ciências Religiosas e Presidente da ATRAI.  A capacitação conta com o apoio da SEPPIR/SECOMT.    

Evento: Capacitação Introdutória em JUREMABIOÉTICA/AFROBIOÉTICA para Povo de Terreiro
Data: 22 a 27 /09 de 2014
Horário: Tarde e noite de 2ª
 a 6ª  e no sábado o dia todo
Local de realização: Arquivo Público Estadual e Núcleo Afro

Maiores informações: Com Alexandre L’Omi L’Odo pelos fones: (81) 9525-7119/8887-1496; email: alexandrelomilodo@gmail.com

Apoio: Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano, Prefeitura do Recife (Núcleo Afro) e Terreiro Casa das Matas do Reis Malunguinho e Palácio de Iemanjá.

Alexandre L’Omi L’Odò
Quilombo Cultural Malunguinho

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

10 anos do Quilombo Cultural Malunguinho - Lutando e Unindo o Povo da Jurema!


10 anos do Quilombo Cultural Malunguinho - Lutando e Unindo o Povo da Jurema!

Dez anos se passaram... Quando olhamos para trás, vemos que nossa existência valeu a pena. A Jurema nos ajudou em tudo... Nos fortalecendo na luta contra a invisibilidade desta religião que ainda hoje é massacrada pela academia e por pessoas sem entendimento teológico. Mas estamos firmes na luta, pois não há força contrária que consiga derrubar a fé de um grupo de pessoas que querem mudar uma realidade histórica. Que mais dez anos venham, e mais e mais 10, 20, 30, 100... Se nosso corpo aqui não estiver, nosso egún ou espírito estará para ajudar ao Povo da Jurema.

Conseguimos tirar Malunguinho da invisibilidade histórica e religiosa. Conseguimos fazer uma lei estadual, conseguimos fazer muitos cursos, palestras e levar a Jurema ao conhecimento de todo Brasil e mundo... Vencemos barreiras... Construímos lutas belíssimas... Trabalhamos forte... Hoje até a academia está voltada para a Jurema como nunca esteve para pesquisá-la... Até tese de doutorado será defendida ainda este mês com o tema do Quilombo Cultural Malunguinho... Conseguimos realizar o maior encontro de Juremeiros da história de nossa religião... Conseguimos também estar juntos em Alhandra e ajudar àquele lugar importantíssimo a suplantar e despertar perante suas dificuldades. Chegamos primeiro em alguns lugares para discutir e somar. Conseguimos ter Griôs, pessoas de suma importância para nós... Conseguimos trazer para perto mestres antigos que estavam esquecidos... Colaboramos com conferências e congressos até mesmo internacionais. Publicamos artigos científicos e continuamos estudando... Firmamos nossa Jurema na força e na forja quente desta luta. Firmamos a fumaça no tempo, e conseguimos agregar...

Estamos só no começo da trajetória. Pois enquanto vida eu tiver, estarei firme e sem abalos na caminhada desta história. 

Este será um ano especial. Vamos aprender Tupi, vamos aprender mais ainda yorùbá, vamos ter palestras, cursos e formações em espaços acadêmicos. Vamos visitar terreiros (como sempre fizemos), e vamos nos abraçar com os juremeiros e juremeiras que desejam contribuir. Salve a ciância e salve Malunuginho, patrono mestre desta luta e causa!

Sobô Nirê!

"Parabéns na Jurema, parabéns". QCM!!!

Arte e designe: Nino Souza.

Alexandre L'Omi L'Odò
Quilombo Cultural Malunguinho
alexandrelomilodo@gmail.com 

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Entidade cultural da resistência negra pernambucana, luta e educação através da religião negra e indígena e da cultura afro-brasileira!