segunda-feira, 28 de junho de 2021

Juninho do Coco é a continuidade da tradição do coco do Quilombo Urbano do Amaro Branco (live)

 

Juninho do Coco lança seu primeiro CD, "Meu Axé". Foto de Monique Silva.

Juninho do Coco é a continuidade da tradição do coco do quilombo urbano do Amaro Branco (live)

Ele nasceu com o trovão no coração. Bate o bombo e faz a festa acontecer.

Juninho do Coco (@juninhodococo) lança seu primeiro CD trazendo seu amor ao coco praieiro para o público. Sempre tocou para inúmeros mestres e mestras como a Mestra Ana Lúcia do Coco, @aurinhadococooficial, @mestregalo, Selma do Coco, @donaglorinhadococooficial, @zecadorolete, entre tantos outros artistas da cena da cultura popular.

Agora chegou a hora de ocupar o microfone principal e mostrar todo seu talento de compositor, percussionista e cantor. Ele sempre protagonizou sua história, e com a força da Jurema vem mostrar toda herança familiar do coco que tem.

Juninho é a continuidade do coco do Quilombo urbano do Amaro Branco. Traz a cultura negríndia no sangue e sabe mostrar seu valor. O baque é forte e a pisada é profunda. Com ele o patrimônio cultural de seus ancestrais está salvaguardado.

Live de lançamento 29 de junho

20h

Canal de YouTube de: @alexandrelomilodo

Fotos de @monie.ft @moniquedzsilva


Fotos de divulgação do lançamento do CD "Meu Axé":

Todas fotografias de Monique Silva.

#JuninhodoCoco #Cocodearoda #AmaroBranco #CulturaPopular #axé #MeuAxé #Olinda #Pernambuco #Brasil #CasaDasMatasDoReisMalunguinho #QuilomboCulturalMalunguinho #QuilombodoCatucá #Malunguinho #ReisMalunguinho #JuremaSagrada #Catimbó #Candomblé #umbanda #Tradição #amor #união #MúsicaPernambucana #pernambucoemfoco

Alexandre L’Omi L’Odò

Produção fonográfica e direção artística

alexandrelomilodo@gmail.com

Juninho do Coco lança CD "Meu axé", em Olinda

Lançamento do CD Meu Axé de Juninho do Coco

 

Com realização da Casa das Matas do Reis Malunguinho e Quilombo Cultural Malunguinho, com incentivo da LABPE – Lei Aldir Blanc de Pernambuco, FUNDARPE, Governo do Estado e direção musical e fonográfica de Alexandre L’Omi L’Odò, nasce o primeiro CD do jovem artista da cultura popular, Juninho do Coco, uma das raízes mais fortes do Amaro Branco em Olinda.

Juninho, 23, dá luz à um antigo sonho seu, gravar em fonograma algumas músicas autorais suas e outras de sua avó Dona Vitória Ferreira, entre outros mestres. Com o título Meu Axé, que é uma de suas músicas composta há mais de seis anos, o CD nasce com a força de sua Jurema, raiz de Malunguinho, seu caboclo guia e a sabedoria do coco praieiro de sua família.

Neto de Dona Vitória (coquista), sobrinho de Mestre Dédo do Coco (um dos maiores coquistas do Amaro Branco), sobrinho de Zezé de Guarapirá (coquista), filho de Lu Guarú (coquista e percussionista) e criado pela Mestra Ana Lucia do Coco, patrimônio vivo de Pernambuco, ele, detém em si história, tradição e muita capacidade artística devido a sua formação e vivência de base. Herdeiro de toda essa bagagem, nasceu com o talento nato de tocar e cantar, de compor e criar tudo que for possível dentro de seu universo.

 Cartaz para divulgação nos stories do instagram e facebook.

Juninho é a nova geração do coco no Estado e dá luz à esse CD com muitas novidades, arranjos lindos e uma “pegada” única, totalmente sua, de seu talento e imaginário. Além de cantar, ele tocou quase todos os instrumentos na gravação, deixando a obra com sua identidade integral. Segundo o artista, esse lançamento “ficará marcado em minha vida, pois sempre toquei para muitas pessoas e agora chegou minha vez de ver materializado meu próprio trabalho, meu suor, minha poesia, meu coco”. Com faixas inéditas, o fonograma causará emoção em quem ouvir e trará alegria para quem quiser dançar um bom coco.

Faixas como “Papagaio Louro”, do cancioneiro sagrado da Jurema, arranjada em cordas pelo grande músico Rubens França, dá um tom amplo ao CD, que tem músicas como “Lá no meu terreiro” que traz a força da Jurema, com muita mazurca, e outras como “A barra da lua cresce” do Mestre Ferrugem, que o ensinou pessoalmente esses versos de improviso nunca cantados antes pelos coquistas.

Todo material será disponibilizado nas plataformas digitais de música e no YouTube. O lançamento está previsto para o dia 29 de junho (dia de São Pedro), às 16h, com uma live onde o artista conversará com seu público e tocará alguns de seus cocos.

Contato: 81 99525-7117

alexandrelomilodo@gmail.com

Instagram: @juninhodococo

domingo, 4 de outubro de 2020

Lançamento do filme: Mãe Terezinha Bulhões - um mar de amor no coração do Recife

Mãe Terezinha Bulhões – um mar de amor no coração do Recife

Lançamento do documentário em homenagem a Mãe Terezinha Bulhões, promovido pelo Quilombo Cultural Malunguinho em parceria com a Angola Filmes, inaugura o projeto Mourão que não bambeia de registro e preservação da memória e patrimônio cultural do povo de terreiro em Pernambuco.

Existe um mar de amor, caridade, verdade e fé no coração do Recife pulsando há 90 anos. Espalhando acolhimento e muito axé, Mãe Terezinha Bulhões é uma das juremeiras e iyalorixás mais antigas do Estado. Viva e ativa em seus trabalhos espirituais e sociais, com incontáveis filhos e filhas na religião, ela é uma referência importante da tradição de matriz africana e indígena no Brasil. Herdeira e continuadora das insígnias sagradas do candomblé e da Jurema Sagrada, Terezinha é um verdadeiro patrimônio vivo dos povos tradicionais de terreiro, tendo prestado assistência a toda sua comunidade ao longo de sua trajetória.

Como homenagem à sua caminhada e fundamental contribuição à nossa religião, Alexandre L’Omi L’Odò assume o papel de diretor e roteirista de um filme (média metragem) que registra a memória e história dessa grande liderança religiosa de nosso tempo, que não havia recebido nenhum registro oficial e documental sistematizado de sua existência, até então. Com produção audiovisual da Angola Filmes e realização do Quilombo Cultural Malunguinho e a Casa das Matas do Reis Malunguinho, o projeto Mourão que não bambeia tem como objetivo registrar e salvaguardar a memória, história oral e tradicional do povo de terreiro de PE, através de pesquisa, registro documental e audiovisual. A iniciativa faz nascer seu primeiro trabalho de memória oral dos grandes sacerdotes e sacerdotisas da religião de terreiro em Pernambuco.

A missão desse filme é eternizar a memória de Mãe Terezinha Bulhões, trazendo a iyalorixá como protagonista de sua própria história, mostrando à toda sociedade que ela existe e merece respeito. O projeto desfaz o apagamento da memória ancestral, afinal sabemos que existe uma lacuna imensa a ser preenchida sobre a história de nossa religião. Quase não há registros qualificados dos mais velhos dos terreiros e quando esses e essas morrem, toda sua trajetória se apaga no mar do esquecimento do racismo estrutural que nos assola socialmente.

Assim, o objetivo do projeto é barrar esse processo, abrindo espaço e escutando a voz de pessoas como Mãe Terezinha e tantas outras que merecem ser reconhecidas ainda em vida pela sua importante contribuição na história e desenvolvimento da sociedade como um todo.

Atenciosa, carinhosa e muito acessível, mesmo na altura dos seus 89 anos, ela dá atenção e ouve cada filho e filha. Realiza anualmente todos os ciclos festivos da religião e adora dançar um coco. Essa é a filha dileta de Iyemojá Sessú, uma mulher guerreira que tem muito amor para dar, mesmo tendo sofrido tanto em sua infância.

No coração do Recife tem um mar, um oceano de amor sim. Lá na Vila das Lavadeiras (Rua Palmares, nº 56, Areias) mora a felicidade e a resistência negro-indígena dos povos tradicionais de terreiro e toda sua história que forma a identidade deste país que precisa se encontrar consigo próprio para se reconhecer e prosperar. 

O filme será lançado no dia de seu aniversário, 07 de outubro de 2020, com apresentação de maracatu e coco, exibição do filme para toda comunidade e celebração coletiva com parabéns. Será um momento ímpar que devemos vivenciar.

Serviço

Lançamento do documentário e aniversário de 90 anos de Mãe Terezinha Bulhões

Data: 07 de Outubro de 2020

Horário: 19h

Local: Praça da Vila das Lavadeiras, Areias/Recife

Evento gratuito e aberto

Tomar todos os cuidados sanitários de saúde

Só poderão estar no lançamento quem estiver usando máscaras, álcool em gel e cuidando do distanciamento social.

É indicado a participação de 100 pessoas como orienta os órgãos superiores. Haverá contagem.

Contato:

81 99525-7119

www.qcmalunguinho.blogspot.com 


Alexandre L'Omi L'Odò

Quilombo Cultural Malunguinho 

alexandrelomilodo@gmail.com

terça-feira, 15 de setembro de 2020

Seminário Malunguinho 185 anos vivo na alma de um povo

Seminário Malunguinho 185 anos vivo na alma de um povo

Um herói negríndio há 185 anos foi morto violentamente nas terras da antiga Maricota, hoje Abreu e Lima/PE. Foi comunicada e registrada sua morte em 18 de Setembro de 1835. Seu nome era João Batista, último líder do Quilombo do Catucá, conhecido como um dos malunguinhos, herói do povo negro e indígena de Pernambuco.

A luta e valor desses guerreiros que morreram por nós foi tão grande que seu povo os reconheceram e os imortalizaram na Jurema Sagrada como divindades, os Reis da Jurema, os Reis da Mata, os Reis Malunguinho, chefes mitológicos dos portões sagrados desta religião de matriz indígena do Nordeste do Brasil.

Malunguinho são muitos em um só, Ele, ou eles, são os únicos líderes quilombolas da história do país a terem sido deificados, certificando assim sua importância histórica na luta por liberdade dos negros(as) e indígenas na Mata Norte de Pernambuco, na primeira metade do século XIX.

Exú/trunqueiro, Caboclo, Mestre e Reis, classificações únicas desta força tão pungente que por mais de 40 anos lutaram no Catucá por liberdade, direitos iguais, reforma agrária e hoje continuam a luta do quilombo dentro de cada terreiro de Jurema Sagrada de Pernambuco.

No passar dos últimos 185 anos, assistimos a falsa “abolição da escravatura”, a luta por cidadania dos negros(as) e indígenas neste país. Vimos os movimentos negros crescerem e as lutas indígenas ocuparem gradativamente o cenário político. Assistimos o STF aprovar por unanimidade a legalidade das cotas raciais, e, antes deste fato, vivenciamos a efetivação das cotas para negros(as) e indígenas nas universidades. Vimos ainda o povo de terreiro de todo Brasil se levantar e partir para a luta por espaço político, se organizando em conferências nacionais de promoção da igualdade racial, cultura e direitos humanos entre outras. Muitos fatos de reversão histórica da posição desprivilegiada da população negra e indígena ainda estão em lento processo de consolidação, e Malunguinho, em seu cosmos, vivo na alma do povo do Catimbó, ajudou e ainda ajuda estas populações a sobreviverem a todas violações de direitos humanos, racismo e intolerância religiosa que nossa sociedade proporciona abertamente.

Nestes 185 anos, desde a morte de João Batista, último Malunguinho, o acolhimento, a defesa e a força de sua história ainda nos inspira a celebrá-lo pelos seus feitos que permeiam nossos cotidianos.

Nos últimos 19 anos o QCM – Quilombo Cultural Malunguinho, inspirado pela pesquisa do professor PhD Marcus Carvalho e pelo sonho do extermínio do racismo, resolveu trazer à tona a figura de Malunguinho como forma de revelar heróis negros e indígenas do Brasil. Estratégia de luta e resistência para o fortalecimento da auto-estima das populações negras e indígenas e povos tradicionais de terreiro, que sofrem sem grandes referenciais heroicas históricas. O QCM, que realiza diversas atividades entorno destes temas, mais uma vez celebra a memória de Malunguinho como nosso herói negro/indígena pernambucano, e também nosso patrono espiritual.

Em parceria com o Professor Dr. Marcus Carvalho (UFPE),  realizaremos o Seminário “Malunguinho – 185 anos vivo na alma de um povo”, em sua segunda edição quinquenal (evento que acontece de cinco em cinco anos para demarcar a importância histórica de Malunguinho e sua continuidade), com o objetivo de congregar os saberes acadêmicos sobre a história dos quilombos e resistências negras/indígenas em Pernambuco, com a tradição oral, a discussão sobre direitos humanos e racismo religioso, meio ambiente, história e os saberes tradicionais do povo de terreiro.

Esta atividade acontece fortalecida pela lei 13.298/07 (revogada pela lei estadual 16.241/17) da Semana da Vivência e Prática da Cultura Afro Pernambucana, a Lei Malunguinho, e suas demais leis municipais de mesmo teor e nome: 2.285/09 (de São Lourenço da Mata); 5591/2017 (de Olinda) e a 18.562/19 (de Recife).

Em ano de pandemia, devido COVID-19 não poderemos fazer nosso encontro presencial para garantir nossa segurança e saúde. Faremos uma live especial para todas e todos com informações qualificadíssimas acerca de Malunguinho, sua história e mito.

Sobô Nirê Mafá! Malunguinho Vive e Resiste!


Serviço:

Seminário Malunguinho – 185 anos vivo na alma de um povo

Dia 18 de Setembro de 2020

Horário: 19 às 21h

Palestra Magna: Prof. Dr. Historiador Marcus Carvalho, titular de história da UFPE e especialista no Catucá e Malunguinho.

Sessão virtual no canal de YouTube: https://www.youtube.com/c/AlexandreLOmiLOdò

Será dado certificado:

Enviar Nome completo, RG, E-mail e telefone para o WhatsApp: 81 99738-2278

*Só será dado certificado para pessoas que participarem efetivamente da Live colocando comentários do início ao fim do evento, sendo conferido ao final por nossa equipe.


Informações gerais em: www.qcmalunguinho.blogspot.com e www.alexandrelomilodo.blogspot.com


Nos sigam no instagram: @quilomboculturalmalunguinho | @alexandrelomilodo | @kipupa_malunuginho | @cmdoreismalunguinho


Alexandre L’Omi L’Odò
Quilombo Cultural Malunguinho
Coordenação geral
alexandrelomilodo@gmail.com

Alexandre L'Omi - pré candidato à vereador em Olinda 2020



Alexandre L'Omi - pré candidato à vereador em Olinda 2020

Alexandre L'Omi é um grande representante da luta por direitos iguais em Pernambuco e no Brasil. Com larga trajetória nos campos sociais, culturais religiosos e acadêmicos, está preparado para assumir a câmara de vereadores de Olinda para junto ao povo desenvolver políticas públicas qualificadas que atinjam as camadas excluídas da sociedade.
Em tempos onde falar de política é algo tão difícil no nosso país, nasce uma esperança vinda das favelas para mudar tudo o que está aí hoje. Olinda é um município que merece mais da política local e com pessoas qualificadas como L'Omi, a nossa Cidade vai avançar rumo ao seu devido lugar de direito.
Vem construir essa vitória junto conosco. Se junte à nossa pré campanha e nos ajude a vencer nas urnas o racismo e toda forma de opressão que essa sociedade perpetua. Mudança já! L'Omi é uma nova esperança para Olinda.
#AlexandreLOmi2020 #AlexandreLomiLodò #Olinda #Peixinhos #PCdoB #Democracia #TransformaçãoSocial #PovosTradicionais #CulturaPopular #Pobres #LGBTQI+ #Fé #Esperança #União #axé #axe #PovodeTerreiro #Pernambuco #QuemédeTerreiroVotaemquemédeTerreiro #Comunidade #TôcomLomi #LomiMeuCandidato #NossaLutaépelaIgualdade


Alexandre L'Omi L'Odò
Pré Candidato à Vereado em Olinda
alexandrelomilodo@gmail.com

sábado, 5 de setembro de 2020

Aprenda a resolver clonagem de WhatsApp - Se defenda de golpes na internet



Aprenda a resolver clonagem de WhatsApp - Se defenda de golpes na internet

Nosso pré-candidato à vereador em Olinda Alexandre L'Omi L'Odò sofreu um golpe na internet tendo seu WhatsApp clonado por bandidos que o enganaram da forma mais elaborada possível. Esse vídeo foi produzido para ensinar à você como se defender e prevenir-se contra esses crimes cibernéticos infelizmente a cada dia mais comuns.

Abaixo leia toda orientação legal de como denunciar e recuperar seu WhatsApp:

Registro de Boletim de Ocorrência pela Internet: Acesse https://servicos.sds.pe.gov.br/delegacia para registro;

Dicas: Utilize um computador (pc ou notebook);

Caso o crime tenha sido praticado por internet ou app de celular, informe o url do site ou do perfil na rede social, ou o número de telefone (com o DDD) na narrativa dos fatos;

Informe data e hora das postagens ou contato telefônico;

Em caso de crime contra honra (calúnia, injúria, difamação) informe o teor das postagens com detalhes (xingamentos, acusações, etc);

Se você tem suspeitos informe com o máximo possível de detalhes, no campo de envolvidos ou na descrição final do BO;

Informe seus dados completos (Nome Completo, RG, CPF, Fone e e-mail) pois isto facilitará caso a Delegacia precise entrar em contato;

Seja bastante detalhista em sua narrativa, quanto mais informações maiores as chances de seu caso ter uma resposta positiva;

Caso você tenha dúvidas ligue (81) 3184.3205 ou envie e-mail para delegaciainterativa@policial.pe.gov.br.

Clonagem de Whatsapp:

A clonagem geralmente ocorre após a vítima fazer um anúncio de venda (mercado livre, olx, etc), ou buscar informações em sites de compra e venda para adquirir algum produto.

Dicas para vítimas: Registre boletim de ocorrência;

Informe aos contatos e familiares sobre a fraude;

Envie e-mail para support@whatsapp.com, e escreva no assunto: Perdido/Roubado “Por favor, desative minha conta”. No corpo da mensagem coloque o número de seu telefone (no formato +5599999999999), a empresa irá viabilizar o bloqueio e a conta estará disponível somente após 7 dias;

Se o golpista tiver habilitado a verificação em duas etapas, reinstale o aplicativo e digite códigos sucessivos até que a conta seja bloqueada, após isso um novo sms será enviado a linha telefônica;

VOCÊ NÃO PRECISA E NÃO DEVE BLOQUEAR SUA LINHA TELEFÔNICA;

Para registrar o Boletim de Ocorrência quando o caso da clonagem de seu WhatsApp for ligado ao uso de seus contatos e dados para pedidos de dinheiro, depósitos em contas de terceiros e manipulação de situações ligadas à bens, a tipificação do crime no site é: FALSA IDENTIDADE/FALSA IDEOLOGIA (se liga nisso).

Compartilhe essa postagem que é de grande interesse público.

Siga Alexandre L'Omi L'Odò no Instagram: @alexandrelomilodo Visite nosso site: www.alexandrelomilodo.blogspot.com

#AlexandreLomi2020 #AlexandreLomiLodò #CrimesVirtuais #ClonagemdeCelular #Olinda

Alexandre L'Omi L'Odò
Pré Candidato à Vereador em Olinda
alexandrelomilodo@gmail.com

terça-feira, 1 de setembro de 2020

Artistas: acessem os recursos financeiros da Lei Aldir Blanc em Olinda – Alexandre L’Omi dá o passo a passo

Artistas: acessem os recursos financeiros da Lei Aldir Blanc em Olinda – Alexandre L’Omi dá o passo a passo

A Lei Aldir Blanc é uma vitória histórica para toda cadeia produtiva da cultura no Brasil. Aprovada em 29 de junho de 2020 com o número 14.017, foi criada com o intuito de promover ações para garantir uma renda emergencial para trabalhadores da Cultura e manutenção dos espaços culturais brasileiros durante o período de pandemia do Covid19.

Para receber os recursos, observe esse conjunto de orientações que o pré-candidato à vereador em Olinda Alexandre L’Omi (@alexandrelomilodo) traz pra lhe ajudar a entender os passos de como conseguir acesso ao seu benefício. Todos artistas, trabalhadores da cultura como roadies, iluminadores, técnicos de som, terreiros de candomblé, de Jurema Sagrada e demais povos tradicionais tem direito e devem seguir os passos determinados por cada Estado e município para adquirir os valores determinados para cada caso.

Em Pernambuco, você deve fazer sua página no site: http://www.mapacultural.pe.gov.br/ - é bem simples, igual fazer uma página no Facebook.

No município de Olinda, nossa Cidade que precisa avançar e ter melhores vereadores(as), o link é esse: https://www.olinda.pe.gov.br/olinda-abre-cadastro-para-mapeamento-artistico-cultural/ - Corra lá e preencha tudo direitinho para garantir teu direito.

Que passe logo essa pandemia para que com a devida segurança possamos voltar a fazer cultura com qualidade e amor como sempre fizemos. Todos os artistas e terreiros merecem ser ressarcidos de suas perdas financeiras. Esse recurso e apenas uma ajuda mínima, mas que pode nos dar bastante força na necessidade do hoje. Voa lá nos links!!

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Alexandre L'Omi - Pré candidato à vereador em Olinda 2020

Nhô Caboclo e o elo perdido


Nhô Caboclo e o elo perdido
Filme 50min53’ – 2002
Este é uma daquelas raridades audiovisuais que documentaram pessoas, fatos e um tempo histórico importante para todos nós, em especial para a arte pernambucana e para o povo da jurema que tem neste filme uma fonte imprescindível.
Desde muito jovem já o havia assistido na TV Universitária de Pernambuco e àquelas informações, imagens e conteúdos ficaram marcados em mim. Curioso por achar que documentário teria sido àquele que tanto me chamou atenção, passei anos em busca na internet, pesquisando acervos como do Arquivo Público de Pernambuco, na FUNDAJ etc., mas nunca o localizei devido à dificuldade principal que tinha, eu não sabia o nome, nem o ano, nem quem teria sido o diretor.
Nestes tempos de pandemia, onde estou cumprindo veementemente o que orienta os órgãos sobre o cuidado contra o COVID-19, decidi, para não ficar sem fazer nada em casa, realizar uma série de “lives” sobre juremologia em meu canal de YouTube, Instagram e Facebook. Como meu tema é primordialmente a Jurema, muitas pessoas interessadas assistem, entre membros da religião, pesquisadores e interessadxs em geral, e de repente, em um comentário entre os mais de 350 que fizeram na postagem da “live” sobre o Clã do Acais (ver em: https://www.youtube.com/watch?v=oxNLa...) lá estava uma alusão à este tão procurado filme. Fiquei muito feliz e logo fui falar com Renata Wilner, professora de Arte e Diversidade Étnico-Cultural da UFPE, que atenta ao conteúdo do debate, ofereceu essa fonte que ela usa em sala de aula em formato de DVD. Fiquei extremamente feliz e emocionado de como o filme veio até mim após tantos anos o procurando, pois acredito veementemente que a Jurema e todas suas entidades e divindades me ajudam muito a tirar do ostracismo a história da religião.
Após uma boa conversa virtual, ela me ofereceu o vídeo, aceitei e assim foi transformado em arquivo digital para poder me ser enviado por e-mail. Foi um grade favor e contribuição dada por Renata para a história da Jurema, pois ao vir para minha mão este material, decidi submeter de correr o risco e publicá-lo em meu canal de YouTube para torna-lo público e acessível à todas e todos. Em nenhum lugar na internet havia esse filme, e agora está aqui para que possamos ver e conhecer Nhô Caboclo e um pouco da história do Acais, da Jurema e da nossa cultura Pernambucana.
Dá uma sacada em meu blog que tem o artigo completo falando sobre a Jurema, está riquíssimo: www.alexandrelomilodo.blogspot.com Minha missão é tirar da poeira da história conteúdos que ajudam a Jurema à se encontrar consigo mesma. Esse é o papel de do historiador. Sobô Nirê Mafá!
Alexandre L'Omi L'Odò
Quilombo Cultural Malunguinho
alexandrelomilodo@gmail.com

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Juremeiros no combate ao COVID-19



Juremeiros no combate ao COVID-19

O juremeiro Alexandre L’Omi L’Odò manda mensagem de apoio à todas e todos orientando sobre questões ligadas ao combate ao COVID-19 e à quarentena, que está sendo bem difícil e solitária para muitas pessoas. 

Com os terreiros fechados, seguindo as indicações de segurança da OAS e outras instituições dos governos, muitas pessoas estão com dificuldades em obter caminhos espirituais e fazerem seus rituais de fé, sendo essa uma grande dificuldade para auxiliar na superação deste momento de tantas incertezas e lutos.

L’Omi orienta para que haja maior cuidado com nossos idosos das religiões de matrizes matrizes africanas e indígenas, que são nossas bibliotecas vivas, nossos maiores patrimônios, e também com nossas crianças, os/as herdeirinhxs de nossa beleza ancestral, que continuarão nossas tradições e lutas. 

Alerta para que ninguém ouça o “presidente”, salientando a necessidade de criarmos a consciência política de que o método neoliberal, sanguinário e racista almejado pelo governo mata aqueles que mais precisam de auxílio, os que se encontram nas camadas mais baixas da pirâmide social. Como para eles o lucro dos empresários vale mais que a vida, não podemos cair nesse discurso de sacrificar trabalhadores em prol da economia, fiquemos todas e todos em casa para o bem da humanidade. 

O sacerdote roga que possamos emanar nossas melhores energias positivas para os cientistas, profissionais da área de saúde e demais trabalhadorxs que estão fora de casa pelo bem maior, neste momento assumem papel de grandes heróis e heroínas perante tamanha pandemia mortal.

Esse vídeo é uma oração, um pedido de paciência e uma forma de dar apoio à quem precisar. Sabemos que os dias tem sido confusos e frustrantes, contudo temos certeza que logo passará toda essa fase e celebraremos juntxs a vitória frente à este mal da saúde pública. 

Compartilhem, levem essa mensagem ao máximo de pessoas possíveis. O povo de terreiro que sempre foi conhecido como o mais acolhedor, hoje usa as redes sociais para reverberar todo amor contido dentro de suas casas. 

Essa é a mensagem da Casa das Matas do Reis Malunguinho, esta é nossa fala. Que ecoe em todo planeta, para que façamos a cada momento um mundo sem males para nossa cura e paz coletiva. 

Sobô Nirê Mafá!
Saúde e vamos superar juntxs o Corona Vírus!!

Alexandre L'Omi L'Odò
Quilombo Cultural Malunguinho
alexandrelomilodo@gmail.com

Quilombo Cultural Malunguinho

Quilombo Cultural Malunguinho
Entidade cultural da resistência negra pernambucana, luta e educação através da religião negra e indígena e da cultura afro-brasileira!