Espaço internacional de discussão e troca de saberes. Local para estreitar nossas negras discussões e lucubrações sobre a Música Percussiva (Yorùbá/afro-descendente e nordestina) e as religiões das matrizes indígenas e africanas, além de todo o seu imaginário histórico, social, cultural e pedagógico. Local de exposição de vivências práticas com a religião negra!!!
XIII Alaiandê Xirê 2010 em São Paulo No terreiro Ilê Iyá Oxum Muyiwá
Alaiandê Xirê é o Festival de Alabês, Xicarangomas e Runtós (dependendo da Nação a qual pertencem). Trata-se do encontro anual dos Sacerdotes-Músicos, de ritmos litúrgicos e cânticos dos Terreiros de Candomblé da Bahia, das diferentes nações e de outros estados brasileiros e diásporas africanas. Foi criado pelo Ogã de Ogum Roberval Marinho e pela Agbeni Xangô Cléo Martins, membros do Ilê Axé Opô Afonjá (BA).
Alaiandê Xirê significa, em língua iorubá, “Festa do Mestre Tocador”. Alaiandê serve também como associação ao Orixá Xangô, que rege o evento. De acordo com a mitologia da religião dos Orixás, Xangô é o mestre tocador, o maior dentre todos os tocadores e dançarinos de Batá, um toque ritual em sua homenagem. Batá ainda é na África e em Cuba, o nome de um tambor consagrado a este Orixá. Segundo alguns mitos, Ayom, o Orixá do tambor era filho de Xangô e Oyá. O primeiro festival Alaiandê Xirê, aconteceu em 1998, no Opô Afonjá, palco de todos os outros Alaiandês até 2006. A partir daí ocorreu a primeira edição itinerante: no Terreiro Mansu Banduquenqué, o Bate-Folha, em Salvador.
A cada ano, o Alaiandê Xirê vem sendo realizado em uma comunidade diferente. O evento é aberto ao público em geral, e não tem fins lucrativos. Xangô, o Orixá do Fogo, Justiça e Poder em Exercício é o padroeiro desta celebração. O primeiro Alaiandê Xirê homenageou o pintor Carybé, então recentemente falecido em 1997, e Camafeu de Oxossi, figura lendária da Bahia, falecido em 1994. Em 1999, aconteceu a primeira edição internacional do evento, que contou com a presença de sacerdotes cubanos, residentes em Miami e Nova Iorque. Nesta edição, o festival prestou homenagem a Jorge Alabê. No 7º Alaiandê Xirê, reuniram-se no Terreiro de Candomblé representantes de várias religiões no “Debate sobre Ecumenismo Ecológico”.
Representantes do Budismo, do Judaísmo, da Igreja Católica, da Igreja Batista e do Candomblé se uniram em torno de um mesmo objetivo. O XI Alaiandê Xirê aconteceu no tradicional Terreiro Pilão de Prata (Odô Ogê), na Boca do Rio (BA), sob a liderança do Babalorixá Air José de Jesus, da família Bangboshê Obitikô, responsável pelas primeiras comunidades estruturadas de Culto aos Orixás da Bahia. O tema foi: "Xangô dobra os couros para o Centenário da Imigração Japonesa no Brasil". Em 2010, o Alaiandê Xirê será realizado em São Paulo sob os cuidados de Mãe Wanda de Oxum e Ogã Gilberto de Exu.
Fonte: Wiki Povo do Santo _______________ Republico aqui matéria que li no jornal Agaxéta.
Vamos todas e todos participar deste encontro em prol da campanha do guerreiro amigo Isaltino Nascimento PT, pois o povo de terreiro tem que reconhecer seu empenho a favor dos avanços do povo negro e de santo de Pernambuco!
Malunguinho tá com você Isaltino!! Frente Nguzo Isaltino
José Mário Austragésilo, poeta, jornalista e radialista. Foto de Isabel- Sujaan.
Caro Alexandre,
aproveito o e-mail de Belsinha (que fala dos seus seis anos de iniciação para Oxum) para dizer do quanto achei bonito seu texto e emocionante, principlamente pelos sentimentos que passa.
Ofereço a você o poema abaixo:
Menino, filho da chuva
Estende tuas mãos abertas
recolhe essa água que vem do Universo
derrama sobre as cabeças inqueietas
e espalha a serenidade nos olhos dos que passam.
Menino, filho da chuva,
reparte essa dádiva com os aflitos
alivia suas dores e cansaços
oferece teu ombro amigo
e tuas rodas de cantigas e alegrias.
Menino, filho da chuva,
estende tuas mãos e faz um roda bem grande
junta todos os povos meninos
e dá para cada um uma estrela de presente.
Jose Mario Austregésilo 28/07/2010.
Abraços. ________________ Republico aqui poesia enviada ao meu email pelo amigo-irmão José Mário Austragésilo. Agradeço todo carinho a mim dedicado, muito axé, grande companheiro poeta.
Alexandre L'Omi L'Odò Oxum Tola wá!! alexandrelomilodo@gmail.com
Ilús que tocaram no dia do meu orunkó. Foto de Aluísio Moreira/PE
BARIKÁ FUN MI! (Parabéns para mim!)
Hoje, dia 26 de Julho de 2010, comemoro meus seis anos de iniciado para Oxum. Celebrar é preciso!
Alexandre L'Omi L'Odò, no dia seguinte a festa do Orunkó. Foto de Aluísio Moreira/PE Lembrar do dia 26 de Julho de 2004, é remontar a cena mais sublime que já pude mirar em minha vida. O dia da minha iniciação, do meu renascimento para a religião dos Orixás, o Babaxé (Aba Baxé ni Orí)*, a hora de minha morte e renascimento para minha fonte de equilíbrio negra natural. Oxum naquele dia entronou-se em definitivo e de forma irrevogável de uma só vez em meu Orí (cabeça) e na minha vida, no meu Odú pessoal.
Fui iniciado no Ilê Oyá T'Ògún, de mãe Lúcia Crispiniano, a mãe Lúcia de Oyá, sacerdotisa a quem devo todo meu respeito e formação iniciática no culto do Orixá e da Jurema Sagrada, a quem agradeço por todo carinho de cuidar (parir) de um filho tão complexo e difícil como eu, que sempre quero saber mais, entender mais e fazer mais por nossa religião, de forma a meu modo claro, "radical" e autocrítico.
Alexandre L'Omi L'Odò na segunda saída do Hunkó (colorida). Foto de Aluísio Moreira/PE Recebí o chamado para a iniciação em Dezembro de 2003, em uma cerimônia de fechamento de ano da Jurema, onde quem estava no ponto era Dona Rosa, a pombojira dona do terreiro de Oyá, que me chamou em público e disse: "Nêgo dos cabilôro grande, vosmicê tem seis tempos (seis meses) pra fazer seu santo, Oxum quer seu cabilôro (Orí- cabeça)". E como sempre fui do axé e não sabia como conseguiria me iniciar sem estar preparado para os gastos e todas as responsabilidades que demandam a iniciação, indaguei a ela como poderia eu, desempregado, sem ter nenhum tostão para pagar a obrigação, fazer meu santo em seis meses (em Julho de 2004)? - Ela respondeu: Oxum vai lhe dar, pois é ela quem quer! e assim foi, Oxum, Ògún e Exú, além claro de Malunguinho, o Mestre Boiadeiro e a Mestra Paulina, deram de forma divina toda condição financeira e de estrutura psicológica e ideológica para eu cumprir as exigências do meu Orixá.
"Quando o Orixá quer, ele dá", assim já dizem os mais velhos, e eu pude confirmar isso na prática, que quando nossa divindade nos chama, temos que aceitar, de forma que, a entrega a nova vida seja completa e sem medos ou preconceitos, que o nosso renascimento seja comprometido com o equilíbrio e com a religação ancestral com nossos antepassados africanos.
Lembro ainda do grande Mestre da Jurema sagrada, o senhor Brasiliano, o Mestre Cibamba de D. Leide de Olinda, que aos meus 13 anos de idade (tempos que ainda era percussionista do balé afro Magê Molê) já havia revelado minha natureza, dizendo assim: "Nêgo, a Mulé do Ouro (Oxum) é sua mãe, ela que tá na sua caminhada pra sempre", revelando além de muito mais coisas, a forte relação que as divindades da Jurema tem com os sagrados Orixás africanos, estabelecendo uma ligação tão forte a ponto de informarem coisas que só o Ifá (sistema divinatório yorùbá) poderia dizer.
Sou da espiritualidade desde que nasci e hoje, ao passar de todo este tempo integrando o culto indígena da Jurema e o culto de matrizes africanas dos Nagô, posso dizer que estou mais forte em minha fé, em meu caminho, em minha compreensão de mundo, pois vivencio a experiência profunda da entrega, da quebra dos meus preconceitos, da luta contra o racismo e descriminação e intolerância religiosa, da luta contra os conceitos cristãos ocidentais em minha religião, na iconoclastia dos valores católicos e cristãos invasores de nossas mentes e vidas, e especialmente na liberdade de experienciar a relação integral com a espiritualidade ancestral.
Peço minha benção a Oxum por ela ter me aceito como seu filho, honrando minha vida, me possibilitando ser uma pessoa mais água do rio (L'Omi L'Odò) a cada momento, segundo, milésimo de segundo...
Mãe Lúcia de Oyá T'Ògún e Oxum. Foto de Aluísio Moreira/PE.
Falta apenas um ano literalmente para eu passar a ser um adulto em minha religião, completando o primeiros ciclo de sete anos sacerdotais, ganhando algumas liberdades, no ritual denominado de Deká**. Vamos em frente...
Deixo um Orikí para Celebrar o dia de hoje:
"Mo r'ómi màá jó- Vejo água, danço Mo r'ómi màá 'yò- Vejo água, sou feliz àgbàdo mi l'ore òjò- O meu milho é amigo da chuva"***
(As últimas duas linhas podem ser também traduzidas assim: Vejo água e estou feliz, assim como o milho é feliz quando vê a chuva. Conotando a importância da água na vida e no desenvolvimento do ser- fertilidade) Como não pude fazer festa, fiz texto!
_________________
*"Ato de sagração, no qual o Babalorixá leva o Elegum (filho do Orixá), a confraternar um contato mais eficaz com o seu Orixá. A cerimônia lembra um batismo, que é feito com sangue de certos animais, a depender do Orixá evocado. E, ao mesmo tempo, é o nascimento do noviço para a vida na seita, que tão logo, aconteça a comunhão entre o subordinado e o elemento encantado, fica estabelecido o transe com aquele que direcionará o seu destino, chega-se ao ponto épico, onde o já sagrado iaô, receberá uma Suna (nome), que fará pronunciado, no dia de sua apresentação pública.". OMINSULÁ, Roberto dos Santos Miranda. Mitos & Ritos Nagô, o Saber de Ominsulá. Editora Brasília, Bra. 1988. pag. 156.
**Deká- Ritual de transição do cargo sacerdotal de Iyawò (Elegun, iniciado para o Orixá), para o cargo de Egbomi (meu irmão mais velho). Mas digo: Deká não quer dizer nada!
***Oriki extraído da bibliografia: CARVALHO, José Jorge de. Cantos Sagrados do Xangô do Recife. Brasília: Fundação Cultural Palmares. 1993. pag. 96 e 97.
Alexandre L'Omi L'Odò. Iyawò ti Osún. alexandrelomilodo@gmail.com
Saberes Tradicionais Cultura popular e indígena nas salas de aula
Américo Córdula, Secretário da Identidade e Diversidade Cultural e Prof. José Jorge de Carvalho, Coordenador do Projeto Encontro de Saberes
A partir do segundo semestre de 2010, os alunos de todos os cursos da Universidade de Brasília (UnB) poderão cursar, na grade regular de graduação, a disciplina Artes e Ofícios dos Saberes Tradicionais. A matéria será ministrada por cinco mestres de artes e ofícios populares e indígenas e por professores da UnB, por meio de uma parceria entre o Ministério da Cultura e a universidade.
Com o objetivo promover o diálogo entre os saberes acadêmicos e os tradicionais, além do reconhecimento de mestres dos saberes indígenas, afro-brasileiros e tradicionais como docentes do ensino superior, o Projeto Encontro de Saberes foi lançado ontem, 13 de julho, às 19h, no auditório Dois Candangos, da Universidade de Brasília, com a abertura do Seminário Internacional A inclusão das Artes e dos Saberes Indígenas, Afro-Americanos e Tradicionais na Universidade.
Alexandre L'Omi L'Odò, Juremeiro, pesquisador, sacerdote e coordenador geral do Quilombo Cultural Malunguinho/PE, abrindo o evento.
O Seminário foi aberto com a apresentação cultural de Alexandre L'Omi L'Odò, Mestre da Jurema do Recife, percussionista e coordenador do Quilombo Cultural Malunguinho. O número musical teve uma retórica espiritual, quando o Mestre, também sacerdote, defumou e benzeu o ambiente, para abrir os caminhos do evento, que irá durar três dias.
Hoje, das 9h às 20h, o Seminário apresentará as iniciativas já realizadas no Brasil e na América Latina de inclusão de protagonistas de conhecimentos tradicionais no ensino superior por meio de cursos, disciplinas ou programas de extensão. Ao todo, serão apresentadas quatro experiências internacionais, desenvolvidas no Equador, Paraguai e na Argentina e Colômbia, e mais cinco projetos que estão sendo aplicados no Brasil. Sete mestres dos saberes tradicionais também apresentarão os trabalhos desenvolvidos por eles junto às suas comunidades.
Aula Magna: a importância do ofício do pajé indígena
Mapulu Kawayurá, pajé do Alto Xingu, filha do Mestre Takumã - Kamayurá
A conferência de abertura do Seminário Internacional A inclusão das Artes e dos Saberes Indígenas, Afro-Americanos e Tradicionais na Universidade foi feita por Mapulu Kawayurá, pajé do Alto Xingu, e também filha do Mestre Takumã - Kamayurá, decano dos Xamãs da região, que, aos 80 anos, e com um problema grave de saúde, não pôde comparecer.
A Mestre Mapulu palestrou aos alunos da UnB e convidados presentes sobre a sua experiência e a de seu pai com a utilização desse ofício.
“O papel do pajé na nossa comunidade é visto com muito respeito. O ofício de pajé nos foi dado pelo criador e pelo sol, que é também nosso Deus”, afirmou a Mestra, que se tornou pajé aos 15 anos.
A conferencista, que tem oito alunos em sua comunidade, defendeu que os pajés são tão mestres quanto aqueles que ensinam sob o foco da ciência, com a diferença de que os mestres de ofícios não possuem diploma. E reivindicou: “Queremos apenas que nosso trabalho seja reconhecido aqui fora”.
Mapulu disse que levará ao pai a experiência do Projeto Encontro de Saberes para discutir com ele e com a comunidade a melhor forma de contribuir para o processo de aprendizado dos alunos da Universidade de Brasília. “Queremos construir com vocês esse aprendizado”, afirmou.
O coordenador do Projeto Encontro de Saberes (e professor do Departamento de Antropologia da UnB), José Jorge de Carvalho, que representou o reitor da UnB, José Geraldo de Sousa Junior, disse que a parceria do projeto é rica e que os mestres sempre demonstraram o desejo de levar seus conhecimentos à universidade.
O secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, Américo Córdula, representou o ministro da Cultura, Juca Ferreira, que estará presente no dia 15, às 19 h, numa cerimônia institucional que será realizada no auditório da reitoria, dentro da programação das oficinas dos mestres, e contará com a presença do reitor da UnB.
Encontro de Saberes é realizado em parceria com o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT), de Inclusão no Ensino Superior e na Pesquisa, órgão do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que também apóia o projeto.
Encontro de Saberes foi realizado no auditório Dois Candangos, da Universidade de Brasília.
Oficinas
Dias 15 e 16 de julho, na UnB, o projeto Encontro de Saberes entrará em sua segunda etapa, realizando oficinas de trabalho que contarão com a participação dos mestres, de docentes da universidade e de especialistas convidados.
A terceira e última etapa do projeto será a realização de uma Residência, com a participação dos mestres de artes e ofícios populares e indígenas e dos professores da UnB, para preparação da metodologia e dos recursos didáticos necessários à oferta da disciplina Artes e Ofícios dos Saberes Tradicionais.
(Heli Espíndola, Comunicação Social/MinC)
(Fotos: Pedro França/MinC)
Informações: encontrodesaberes2010@gmail.comEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. – Tel: (61) 3307.3006 – ramal 210
*Participar deste evento a convite oficial do Professor José Jorge de Carvalho, inclusive abrindo todo seminário com a fumaça da Jurema foi uma honra que devo a Malunguinho e aos meus mestres e mestras, caboclos e caboclas, trunqueiros e trunqueiras da Jurema Sagrada, das sete cidades, do tronco do meu Juremá.
Série de infografias e jornalimo ganha prêmio, e tem conteúdo consistente de informações para ser referência de leitura para nós povo de terreiro do Brasil.
A infografia "Candomblé", de autoria de Ary Moraes, publicada na série "Inimigos de fé", escrita pela jornalista Clarissa Monteagudo recebeu o prêmio SIP de Infografia, concedido pela Sociedade Interamericana de Imprensa.
As reportagens foram publicadas no EXTRA do dia 25 a 31 de janeiro de 2009.
O júri destacou o formato das páginas que permitem fazer uma coleção com informações históricas e culturais sobre o candomblé, elogiou o uso das cores e a integração entre a infografia e o tema da série, sobre o preconceito contra religiões de matriz africana no Brasil.
O prêmio SIP foi criado para estimular a liberdade de expressão e premiar a excelência jornalística em todo o continente americano.
A entrega do prêmio a Ary Moraes e Clarissa Monteagudo será durante a 6ª Assembleia Geral da SIP em Mérida, México.
O grande prêmio SIP foi concedido ao jornalista venezuelano Guillermo Zuloaga, por ser um símbolo na luta da liberdade de expressão no seu país.
Veja a infografia premiada da série Inimigos de Fé, clic nos links para ver ou baixar em PDF os textos, para facilitar a leitura dos conteúdos:
Ary Moraes, editor de Infografia e Ilustração do Estado de Minas. Segundo Ary, o desafio é combinar o poder da imagem com o texto: — Os dois precisam “conversar” sobre o mesmo assunto e no mesmo tom, sem que um fale mais alto que o outro. Começamos discutindo a pauta, sem esquecer que trabalhamos em equipe. Não deve existir aquela coisa de “a imagem está tirando espaço da minha matéria” e vice-versa.
Clarissa Monteagudo éformada na Universidade Federal do Rio de Janeiro, já trabalhou na Rede Record, no Jornal O DIA e na revista Isto É Gente. É uma das responsáveis pelo projeto Fé Online, do jornal Extra, um espaço virtual dedicado à defesa da liberdade religiosa e à veiculação de notícias sobre todas as crenças.
Após ler toda a série "Inimigos da Fé", infografia de Ary Moraes, premiada do Jornal Extra, pude reler muitas de minhas discussões e reforçar minhas convicções sobre nossos problemas sociais e econômicos. De fato foi merecido o prêmio, o carinho e a arte impressionada nas páginas deste jornal, revelam a consciência da jornalista Clarissa Monteagudo em tratar com seriedade e profissionalismo o tema, que ha muito vem sendo tratado de forma ignóbil pela mídia nacional.Bariká ooo, parabéns pela obra, pelos técnicos envolvidos, pelo artista que fez as artes visuais e pela escolha do tema. Indico como referência bibliográfica que trata de nossos problemas contemporâneos do axé e da Jurema. Obrigado a Mãe Iane de Oyá, de Macaé- RJ, pelo envio desta postagem pra mim.
Raul Lody lança livro em homenagem ao Centenário do Ilê Axè Opô Afonjá
Sociedade Cruz Santa do Ilê Axè Opô Afonjá - Salvador/BA
31 de julho de 2010 - 17h
O livro Xangô - O Senhor da Casa de Fogo, escrito por Raul Lody é uma homenagem ao I Centenário do Ilê Axè Opô Afonjà e reúne vários artigos sobre o orixá Xangô na África e no Brasil.
Ilê Axè Opô Afonjà, em português significa: Casa da Força Sustentada por Xangô.
Alexandre L'Omi L'Odò Quilombo Cultural Malunguinho alexandrelomilodo@gmail.com
Show do Mestre Galo Preto + Zé Brown promete ser o diferencial do palco POP no Festival de Inverno de Garanhuns- FIG 2010.
O show terá mistura de coco com rap, e, a percussão afiada do Mestre Galo Preto, se confrontará com o maquinário eletrônico do DJ Beto, que acompanha o raper Zé Brown. Muita batida de bombo, muita palma de mão, pisada no pé, repente veloz, críticas sociais, melodias do sertão, desafio de talento e muita diversão, assim será este encontro da juventude dinâmica musical de Brown com o coco ancestral e profundamente poético do Galo Preto, no palco POP.
Este trabalho está começando e já nasceu com forte energia, pois de uma participação especial de Zé Brown no show do Mestre Galo Preto no Pré-AMP 2008, na semana pré-carnavalesca do Recife, a proposta surgiu e desde então várias apresentações e participações especiais ocorreram, entre elas o show do carnaval Multicultural do Recife, no bairro de Chão de Estrelas, que reuniu muitos artistas e comunidade pra presenciar este trabalho que a cada dia fica mais forte.
Confira aqui um show com os dois:
Serviço: Show: Mestre Galo Preto + Zé Brown Onde?: Festival de Inverno de Garanhuns- FIG 2010 no Palco POP Local: Parque Euclides Dourado Quando?: dia 17 de Julho Hora: A partir das 18h. Quanto?: Gratis Contato: 81. 8887-1496 e alexandrelomilodo@gmail.com
Programação geral do dia 17 Palco Pop
Projeto PEBA (Pernambuco e Bahia) Local: Parque Euclides Dourado 18h - Baiana System (BA) Mestre Galo Preto e Zé Brown (PE) Jam da Silva (PE) Lucas Santtana (BA) ÌPADÉ – Espetáculo do Grupo Bongar com Benjamin Talbkin (PE)
O Encontro de Saberes é um projeto que tem como proposta
promover o diálogo entre os saberes acadêmicos e os saberes indígenas, afro-brasileiros e tradicionais em geral para o processo de reconhecimento de mestres dessas tradições, como docentes no ensino superior, aliando esses dois universos por meio da realização de cursos regulares nas universidades e de outras ações interculturais.
O Seminário Internacional é a primeira etapa do projeto e tem como objetivo apresentar iniciativas já realizadas no Brasil e no exterior, de inclusão de protagonistas de conhecimentos tradicionais no ensino superior, além de realizar oficinas de trabalho, envolvendo os mestres docentes, professores da universidade e especialistas convidados.
A etapa seguinte do projeto será a Residência, com a participação de cinco mestres de artes e ofícios populares e indígenas e de professores da UnB parceiros do projeto, com o objetivo de preparar a metodologia e os recursos didáticos necessários para a oferta de uma disciplina, etapa final do projeto.
A disciplina “Artes e Ofícios dos Saberes Tradicionais”, será ministrada pelos mestres tradicionais populares e indígenas, junto com os professores parceiros e será ofertada na grade regular de graduação do segundo semestre de 2010 da UnB, acessível a estudantes de todos os cursos.
Programação Do seminário 13 de julho (terça-feira) - Auditório Dois Candangos
18h30 Apresentação Cultural
Alexandre L'Omi L'Odò – Mestre da Jurema do Recife, percussionista ecoordenador do Quilombo Cultural Malunguinho, acompanhado de BiuAlexandre, Mestre do Cavalo Marinho Estrela de Ouro de Condado (PE).
19h Mesa de Abertura
Américo Córdula – Secretário da Identidade e da Diversidade Cultural - SID/MinC José Geraldo de Sousa Junior – Reitor da Universidade de Brasília André Lazaro – Secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade - SECAD/MEC
José Jorge de Carvalho – Professor do Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília - DAN/UnB
19h30
Aula Magna – Mestre Takumã – Kamayurá. Decano dos xamãs da região do Alto Xingu.
21h Degustação de Caldos
14 de julho (quarta-feira) - Auditório Dois Candangos
Manhã
José Jorge de Carvalho – Apresentação do Projeto Encontro de Saberes 9 às 9h20
Experiências Internacionais 9h20 às 11h25
Coordenador: José Jorge de Carvalho (UnB) Luis Fernando Sarango (Equador) – Reitor da Universidade Amawtay Wasi - Projeto da universidade intercultural bilíngüe das comunidades e povos indígenas equatorianos.
Maria Mercedes Díaz (Argentina) – Professora de História e ex-Coordenadora de Extensão da Universidade de Catamarca. Organizadora dos Seminários “Povos e Cidades do Interior” que incluem a presença de mestres tradicionais catamarquenhos.
Jaime Arocha (Colômbia) – Professor de Antropologia da Universidade Nacional da Colômbia, Bogotá. Projetos de inclusão dos saberes afrocolombianos nas universidades colombianas.
Carlos Callisaya (Bolívia) – Sociólogo. Coordenador Nacional, no Ministério da Educação, das Universidades Indígenas da Bolívia.
Maria Luísa Duarte Medina (Paraguai) – Líder guarani, atua na Secretaria de Assuntos Indígenas do Estado Paraguaio e em projetos de inclusão dos saberes indígenas nas instituições paraguaias de ensino.
Debate 11h25 às 12h Intervalo para almoço 12 às 13h30
Experiências Nacionais
Tarde
13h30 às 15h10
Coordenadores: Ricardo Lima (SID) e Rita de Cássia Castro (UnB) Rosemberg Cariry – Cineasta e poeta cearense, idealizador das Escolas de Saberes Tradicionais e Contemporâneos.
Rosângela Tugny – Professora da Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Projeto de inclusão dos indígenas Maxacalis como artistas residentes na UFMG.
Marcos Ayala – Professor de Sociologia da Cultura da Universidade Federal da Paraíba. Projeto Ação Griô: Mestres de Tradição Oral em Escolas e Bairros de João Pessoa e na Universidade Federal da Paraíba.
Fábio Munhoz – Pesquisador do Centro Atopos da Escola de Comunicações e Artes da USP. Projeto de Extensão “Laje Acadêmica”, de conexões entre conhecimentos acadêmicos e saberes locais tradicionais.
Luiz Phelipe Andrés – Engenheiro e diretor do Centro Vocacional Tecnológico Estaleiro Escola do Maranhão. Projeto para o resgate de técnicas de produção de embarcações tradicionais maranhenses.
15h10 às 15h50 Debate
16h às 18h55
Experiências dos Saberes Tradicionais
Coordenador: Américo Córdula (SID)
Benki Ashaninka – Presidente do Centro Saberes da Floresta (Yorenka Ãtame), do Povo Ashaninka (AC). Desenvolve um trabalho de conhecimento da floresta comprometido com a proteção ambiental e o reflorestamento. Maniwa Kamayurá – Arquiteto tradicional e Pajé. Representante dos povos indígenas do Alto Xingu, especialista em construção da residência tradicional kamayurá.
Lucely Pio – Mestra raizeira da Comunidade Quilombola do Cedro (GO), integrante da Articulação Pacari de Plantas Medicinais do Cerrado e autora da Farmacopéia do Cerrado.
Alexandre L'Omi L'Odò – Mestre da Jurema do Recife, percussionista, coordenador do Quilombo Cultural Malunguinho. (PE).
Biu Alexandre – Mestre do Cavalo Marinho Estrela de Ouro de Condado (PE).
Zé Jerome – Mestre de Congado e Folia de Reis do Vale do Paraíba, Marechal de Cunha (SP).
Otávionilson Nogueira dos Santos – Mestre fabricante de embarcações tradicionais maranhenses. Professor do Estaleiro Escola do Maranhão.
18h55 às 19h40 Debate
19h40 às 20h
Apresentação Cultural
Badia Medeiros - Mestre da viola, Formosa (GO). Com grupo de dança de Catira, Lundu e Curraleira.
20h Degustação de Caldos
15 de julho (quinta-feira) - Auditório da Reitoria
19h Mesa Institucional com a presença do Ministro da Cultura Juca Ferreira e convidados.
15 e 16 de julho - Oficinas com os Mestres Oficinas de trabalho restritas aos Mestres e aos Especialistas convidados
Convido todas e todos à vivenciar este evento maravilhoso na UNB. O porfessor José Jorge de Carvalho foi genial ao ter pensado este projeto transformador que dará muito pano pra manga entre o povo que quer trocar saberes. Vamos trocar saberes da Jurema? Venham!
Alexandre L'Omi L'Odò. Quilombo Cultural Malunguinho alexandrelomilodo@gmail.com 81. 8887-1496
Acorda Povo de Mãe Nenzinha de Xangô, 70 anos de tradição. A bela festa popular da fé no Orixá do fogo!
O Acorda Povo de Mãe Nenzinha de Xangô, da comunidade da Vila das Lavadeiras no bairro de Areias no Recife é um dos mais tradicionais de Pernambuco. Na madrugada (4h) do dia 23 de junho de 2010, a grande procissão para São João (Xangô), reuniu inúmeros fiéis do candomblé e da Jurema Sagrada nas ruas da comunidade para celebrar a fé no Orixá do fogo. Foram 18 bandeiras hasteadas pelos moradores do bairro, que entre católicos e povo de terreiro receberam a procissão com louvores e agradecimentos a promessas alcançadas. Esta tradição foi herdada por D. Aurelina Marques de Almeida, Mãe Nenzinha do Acorda Povo, sacerdotisa com 78 anos de idade e identidade firmada em Xangô, seu Orixá de cabeça.
Procissão, estrela e bandeira de São João.Foto: Alexandre L'Omi L'Odò.
A Dona Nenzinha, é mestra Griô (Kimbanda de Malunguinho) do Quilombo Cultural Malunguinho/OTM, e desenvolve um belo trabalho de preservação e transmissão do saber oral e religioso para crianças, adolescentes, jovens e adultos em todos os momentos de seu caminhar, compartilhando seu axé e conhecimento com quem se chegar.
Registrei este momento inesquecível no meu São João 2010, que ao final da procissão, na roda de coco, cantaram e sambaram eu, L'Omi L'Odò, Adiel Luna e Coco Camará, Mãe Nenzinha, Vado Juremeiro além de mestres e mestras de comunidades de diversos lugares.
Alexandre L'Omi L'Odò, tocando o bombo sagrado de Xangô.
Lembro ainda que eu fui o primeiro zabumbeiro a tocar o instrumento sagrado desta procissão além do Sr. Bibiu que aparece tocando. Depois de mais de 40 anos reabri o processo de renovação da percussão desta tradição. O intrumento recebe obrigações rituais e é dedicado ao Orixá Xangô, e , nunca foi repassado para ninguém pelo seu percussionista mor, em 2010, algo começou a mudar graças a Xangô.
70 anos de Tradição! Foto de Alexandre L'Omi L'Odò.
Coloco aqui os vídeos em sequência com todo registro do Acorda Povo. Está lindo, imperdível, divirtam-se.
1. Saída do Acorda Povo.
2. Hasteamento das Bandeiras de São João.
3. Hasteamento da Bandeira de São João na casa de Mãe Terezinha Bulhões de Iyemojá Sesú, a Juiza do Acorda Povo.
4. Início do coco e hasteamento da última bandeira de São João.
5. A roda de coco, o fechamento.
Alexandre L'Omi L'Odò. Quilombo Cultural Malunguinho alexandrelomilodo@gmail.com 81 8887-1496
Claudemira Maria dos Santos, minha bisavó materna.
* 19/06/1910 + 27/07/1977
Hoje, dia 19 de Junho, data de comemoração dos 100 anos de minha bisavó, comecei a escrever e registrar a memória dela, como o dia foi muito emocionado, postarei o texto completo em breve, aguarde para ler um pouco sobre minha referência de força feminina negra-indígena.
Projeto de lei de iniciativa popular Lei Griô, uma política nacional de transmissão oral
*Texto oficial da minuta da Lei Griô:
No uso do direito assegurado pelos arts. 1°, 14, III e 61 da Constituição Federal e arts. 13 e 14 da lei 9.709/98, subscrevo o projeto de lei que institui uma política nacional de transmissão dos saberes e fazeres de tradição oral em diálogo com a educação formal, para o fortalecimento da identidade e ancestralidade do povo brasileiro, através do reconhecimento político, econômico e sócio cultural dos(as) griôs, mestres e mestras de tradição oral do Brasil.
*O texto do projeto encontra-se registrado no Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas da Comarca de Lençóis, BA, livro A-03, n° 215.
Endereço para remessa das folhas assinadas: Grãos de Luz e Griô - Rua Nossa Senhora da Vitória, s/n - CEP: 46.960-000 - Lençóis- Bahia
Ficha para assinatura apoiando a Lei Griô Nacional.
Os dados necessários para o preenchimento da ficha são: Nome Completo - Data de Nascimento -Endereço Completo - N° do Título de Eleitor, Zona e Seção - Assinatura da Pessoa.
Você pode salvar a imagem da ficha a cima e imprimir em sua casa, assinar e solicitar para sua família assinar e contribuir para o avanço da cultura de transmissão oral no nosso país. Este projeto é de suma importância para o Brasil, para a educação e escolas, para os mestres e mestras das culturas tradicionais e para os Kimbandas de Malugnuinho. Vamos ajudar nessa guerra!
Alexandre L'Omi L'Odò e Mestre Galo Preto na passeata a favor da Lei Griô na TEIA 2010 em Fortaleza. Entrem no site da Lei Griô e baixe os arquivos e veja as novidades sobre os avanços na nossa luta: https://sites.google.com/site/leigrionacional/home
Mestre Galo Preto na caminhada pró Lei Griô Nacional na TEIA 2010 em Fortaleza.
Dona Zuleide de Paula descansando após a passeata pró Lei Griô Nacional na TEIA 2010 em Fortaleza.
Assinam esta postagem os Kimbandas de Malugnuinho:
Alexandre L'Omi L'Odò- Griô Aprendiz Mestre Galo Preto- Mestre Griô Dona Zuleide de Paula- Mestra Griô de Tradição Oral Seu Paulo Braz Felipe da Costa- Mestre Griô Mãe Terezinha Bulhões- Mestra Griô Mãe Nenzinha do Acorda Povo- Mestra Griô
O filme/documentário "Galo Preto, o Menestrel do Coco" 47'min. de Wilson Freire, foi premiado no Curtamazônia 2010.
Vencedor do prêmio SGC-REDE TV RONDÔNIA E DIÁRIO DA AMAZÔNIA, Prêmio especial do júri, o média metragem foi assistido por mais de 1000 pessoas.
PORTO VELHO RESPIROU CINEMA DE 25 À 29 DE MAIO
Porto Velho respirou Cinema de 25 À 29 de maio, com filmes inscritos de 19 estados brasileiros, participando e prestigiando com 174 trabalhos inscritos, isso demonstra resultado positivo para Rondônia, porque,o Festival leva a imagem positiva de um Estado que num passado recente foi massacrado pela grande mídia nacional, em função de situações políticas desagradáveis, mais hoje Rondônia vive um outro ciclo, o ciclo da esperança e dos sonhos. Pensando nesse sentido, é que estamos buscando investimentos fora do Estado, para podermos propiciar e realizar atividades culturais, através do Cinema, e estarmos contribuindo para a difusão do Cinema Nacional, propiciando também maior visibilidade aos realizadores alternativos e independentes de cinema e vídeo desse imenso País e de Rondônia.
Podemos afirmar também que o mais novo empreendimento cultural de Rondônia está se firmando e já começa com força total em nossa cidade de Porto Velho, contribuindo e fazendo parte de nossa história de Rondônia e do Brasil.
CONHEÇA O RESULTADO DA PREMIAÇÃO DA MOSTRA COMPETITIVA E DA PREMIAÇÃO ESPECIAL:
PREMIAÇÕES ESPECIAIS:
1) OPRÊMIO SINJOR/RO - JÚRI DA CRÍTICA VAI PARA: “AVE MARIA OU MÃE DOS SERTANEJOS”, direção Camilo Cavalcante, de Pernambuco
2) OPRÊMIO “AMAZONSAT “-JÚRI POPULAR VAI PARA: “DOIDO LELÊ”, direção de CECI ALVES, DA BAHIA.
3) O PRÊMIO ABD RONDÔNIA DO JÚRI TÉCNICO: MELHOR TRILHA MUSICAL VAI PARA: “VESTÍGIOS DO TEMPO”, DO DIRETOR DO FILME RONALDO ADRIANO, E O PRODUTOR DA TRILHA MUSICAL DE EDUARDO OLIVEIRA (KADU) MATO GROSSO.
4) O PRÊMIO ABD NACIONAL DO JÚRI TÉCNICO: MELHOR MONTAGEM VAI PARA: O FILME “PORNOGRAPHICO”, DOS DIRETORES HAROLDO BORGES E PAULA GOMES, CUJO MONTADOR DO FILMEÉ HAROLDO BORGES DA BAHIA.
5) O PRÊMIO “TV RONDÔNIA” DO JÚRI TÉCNICO: MELHOR DIREÇÃO DE ARTE VAI PARA:O FILME DOSSIÊ RÊ BORDOSA, DO DIRETOR DE ARTES DANIEL BRUSON, DE SÃO PAULO.
6) O PRÊMIO FECOMÉRCIO - “MELHOR PRODUÇÃO AMAZÔNICA” VAI PARA: “AOS TRANCOS E BARRANCOS”, DE NEY RICARDO DO ACRE E“E O QUE NOIS RAMÚ CÚME?, DE DANIEL LUIZ BATISTA, DO AMAZONAS.
7) O PRÊMIO GOVERNO DE RONDÔNIA – “PRÊMIO INCENTIVO” VAI PARA: “UM OLHAR SOBRE O PROGRESSO”, DIREÇÃO DE MARIVALDO LAGO, NOVA MAMORÉ/RO.
PREMIAÇÃO DA MOSTRA COMPETITIVA:
A) MELHOR DOCUMENTÁRIO: “NÚMERO ZERO”, DIREÇÃO CLÁUDIA NUNES, DO ESTADO DE GOIÁS.
B) MELHOR ANIMAÇÃO: “DOSSIÊ RÊ BORDOSA”, DIREÇÃO CÉSAR CABRAL, DO ESTADO DE SÃO PAULO.
C) MELHOR FILME AMBIENTAL: “OLHAR DE JOÃO”, DIREÇÃO MARILEY CARNEIRO, DO ESTADO DE GOIÁS
D) MELHOR FICÇÃO: “BREVE PASSEIO”, DIREÇÃO RAFAEL JARDIM, DO ESTADO DA BAHIA.
E) MELHOR EXPERIMENTAL : “1:21”, DIREÇÃO ADRIANA CÂMARA, DO ESTADO DE PERNAMBUCO
F) MELHOR FILME INSTITUCIONAL: “DIAS DE CAIÇARA”, DIREÇÃO LUIZ SCARABEL JUNIOR, DO ESTADO DE SÃO PAULO.
G) PARA MELHOR DIREÇÃO: CÂNDIDO ALBERTO DA FONSECA, DE MATO GROSSO SUL, COM O FILME:“BETO LIMA – O INTÉRPRETE DAS FLORES”.
H) PARA MELHOR ATOR O VENCEDOR É: FERNANDO NEVES, DE PERNAMBUCO, COM O FILME: “PORNOGRAPHICO”, DIREÇÃO HAROLDO BORGES E PAULA GOMES.
I) PARA MELHOR ATRIZ – A VENCEDORA É: PAULA BRAUN, DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, COM O FILME: “MARIDOS, AMANTES E PISANTES”, Direção Ângelo Defanti.
J) MELHOR ROTEIRO: “NINHO DOS PEQUENOS”, DIREÇÃO ULISSES COSTA, DO RIO GRANDE DO SUL.
J) PARA MELHOR FOTOGRAFIA – O VENCEDOR É O FILME: AVE MARIA OU MÃE DOS SERTANEJOS, DE CAMILO CAVALCANTE DE PERNAMBUCO.
K) O PRÊMIO SGC-REDE TV RONDÔNIA E DIÁRIO DA AMAZÔNIA - PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI:“GALO PRETO. O MENESTREL DO COCO”. DIREÇÃO WILSON FREIRE, DE PERNAMBUCO.
L) E A MENÇÃO HONROSA “ELETROSUL” VAI PARA: “OS ANJOS DO MEIO DA PRAÇA”, DE ALÊ CAMARGO E CAMILA CARROSSINE, DE SÃO PAULO.
M) O GRANDE VENCEDOR DO 1º FESTIVAL DE CINEMA CURTAMAZÔNIA ESCOLHIDO POR UM JÚRI EQUILIBRADISSIMO, MELHOR FILME PRÊMIO BNDES: “AVE MARIA OU MÃE DOS SERTANEJOS”, DO DIRETOR CAMILO CAVALCANTE, DO ESTADO DE PERNAMBUCO, LEVA O TROFÉU TRÊS CAIXAS D´ÁGUA, SIMBOLO DE NOSSA CIDADE PORTO VELHO, QUE REPRESENTA O 1º FESTIVAL DE CINEMA CURTAMAZÔNIA.
O Festival de Cinema Curta Amazônia é feito por gente super bacana, entidades privadas e públicas, empresas e empresários, imprensa regional e nacional que apostam na diversidade cultural nesse País Plural, e sem eles não seria possível transformar este sonho em realidade. Estes são os nossos patrocinadores, apoiadores e realizadores oficiais, se você não tiver aqui, esperamos que no próximo ano venham prestigiar e participar diretamente desse novo empreendimento cultural aqui em Rondônia.
O BNDES APRESENTOU O FESTIVAL DE CINEMA CURTA AMAZÔNIA
Patrocionadores Culturais:
Eletrobrás - Eletrosul / Governo Federal
Fundo Nacional de Cultura/Secretaria do Audiovisual/Ministério da Cultura
Apoiadores Culturais:
CTAV/Sav/Ministério da Cultura /Governo Federal
Secel /Governo de Rondônia
Fecomércio/RO – SESC, SENAC
Maporé
SISTEMA GURGAZC: REDE TV RONDÔNIA E DIÁRIO DA AMAZÔNIA
TV RONDÔNIA E O AMAZONSAT DA REDE AMAZÔNICA DE TELEVISÃO – ANTÔNIO CAMPANARI, NONATO NEVES, PABLO MEDINA E EQUIPE.
TV ALLAMANDA, SBT.
FOLHA DE RONDÔNIA
Apoios Institucionais:
ABD/RO – Luiz Brito/Presidente
ABD Nacional – Solange Lima/Presidente
Iphan/RO/Governo Federal
Senadora Fátima Cleide
Vereador Jaime Gazola
AQUIPublicidade
Sinjor/RO
Site O Observador
Jornal Eletrônico Rondoniaovivo/Paulo Andreoli e Marcos Souza e Equipe.
Apoio da Mídia:
COLUNA DO ZECATRACA, GENTE DE OPINIÃO, COLUNA ALAN ALEX, BLOG DO SERGIO RAMOS, BLOG 24 QUADROS, PROGRAMA CLOSE, PROGRAMA VIVA PORTO VELHO, JORNAL ONORTÃO, NORTFEST, PORTALRONDÔNIA, TUDORONDÔNIA, RONDONOTICIAS, ÚLTIMA HORA, E A IMPRENSA RONDONIENSE E NACIONAL.
Realização:
Associação Curta Amazônia
No encerramento, Carlos Levy afirmou: “Quero primeiro agradecer à Deus, e à todos os colaboradores que estiveram presentes nesse 1º FESTIVAL DE CINEMA CURTAMAZÔNIA, as escolas públicas e privadas convidadas, do técnico ao mais simples funcionário das Instituições que nos apoiaram, e com a Benção de Deus, iremos muito em breve, levar a MOSTRA CURTAMAZÔNIA ITINERANTE à todos do Estado de Rondônia, nos 52 municípios, além da meta de levar à Bolívia e ao Peru, unificando e integrando nossa fronteira através da cultura cinematográfica.
Agradecer aos nossos convidados pela paciência e atenção dispensada. O nosso muito obrigado!. Aos parceiros de primeira hora, e afirmar que o CURTAMAZÔNIA está pronto prá seguir o seu caminho que é a DIFUSÃO DO CINEMA BRASILEIRO, dando mais oportunidade e abrindo mais janelas de exibições para os realizadores anônimos desse imenso País. O CURTAMAZÔNIA tem a proposta de levar os filmes nacionais aos brasileiros e amazônidas que somos. O nosso muito obrigado à todos. VIVA RONDÔNIA! VIVA O CINEMA NACIONAL! E VIVA O CURTAMAZÔNIA!”.
Sacerdote juremeiro e do culto aos Orixás (Egbomi), é mestrando em Ciências da Religião pela UNICAP, graduado em licenciatura plena em História, pela Universidade Católica de Pernambuco - 2014.
É membro do Comitê Nacional de Respeito à Diversidade Religiosa da Presidência da República, e do Conselheiro de Políticas Culturais do Recife. Milita nos campos das políticas públicas.
Tem experiência na área de educação, com ênfase em educação social, artística, musical e afro indígena teológica. Desenvolve trabalhos nas áreas de pesquisa, reconhecimento e preservação de patrimônio imaterial.
Tem publicado artigos científicos sobre temas relacionados a religiosidade da jurema sagrada, nos âmbitos de sua teologia e história. Ensina língua, história e cultura yorùbá, do coco e da Jurema sagrada. Desenvolve carreira de artistas e produz filmes/documentários.
É coordenador geral do Quilombo Cultural Malunguinho e desenvolve projetos de pesquisas com povo de terreiro.
Realizador há 10 anos do Kipupa Malunguinho (encontro nacional dos juremeiros), tem estimulado uma movimentação política de fortalecimento do Povo da Jurema entorno de sua história e religiosidade.