quinta-feira, 15 de julho de 2010

Show Mestre Galo Preto + Zé Brown no FIG 2010

Foto de Mariana Lima.

Show do Mestre Galo Preto + Zé Brown promete ser o diferencial do palco POP no Festival de Inverno de Garanhuns- FIG 2010.

O show terá mistura de coco com rap, e, a percussão afiada do Mestre Galo Preto, se confrontará com o maquinário eletrônico do DJ Beto, que acompanha o raper Zé Brown.
Muita batida de bombo, muita palma de mão, pisada no pé, repente veloz, críticas sociais, melodias do sertão, desafio de talento e muita diversão, assim será este encontro da juventude dinâmica musical de Brown com o coco ancestral e profundamente poético do Galo Preto, no palco POP.

Este trabalho está começando e já nasceu com forte energia, pois de uma participação especial de Zé Brown no show do Mestre Galo Preto no Pré-AMP 2008, na semana pré-carnavalesca do Recife, a proposta surgiu e desde então várias apresentações e participações especiais ocorreram, entre elas o show do carnaval Multicultural do Recife, no bairro de Chão de Estrelas, que reuniu muitos artistas e comunidade pra presenciar este trabalho que a cada dia fica mais forte.

Confira aqui um show com os dois:


Serviço:
Show: Mestre Galo Preto + Zé Brown
Onde?: Festival de Inverno de Garanhuns- FIG 2010 no Palco POP
Local: Parque Euclides Dourado
Quando?: dia 17 de Julho
Hora: A partir das 18h.
Quanto?: Gratis
Contato: 81. 8887-1496
e
alexandrelomilodo@gmail.com

Programação geral do dia 17

Palco Pop

Projeto PEBA (Pernambuco e Bahia)
Local: Parque Euclides Dourado
18h - Baiana System (BA)
Mestre Galo Preto e Zé Brown (PE)
Jam da Silva (PE)
Lucas Santtana (BA)
ÌPADÉ – Espetáculo do Grupo
Bongar com Benjamin Talbkin (PE)

Veja toda programação aqui: http://www.nacaocultural.pe.gov.br/confira-a-programacao-completa-do-fig-2010

Confira nossos sites:
www.myspace.com/mestregalopreto
www.myspace.com/repentistazebrown

Alexandre L'Omi L'Odò.
Produção geral.

81. 8887-1496

alexandrelomilodo@gmail.com

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Encontro de Saberes na UNB. Estarei lá!


O Encontro de Saberes é um projeto que tem como proposta
promover o diálogo entre os saberes acadêmicos e os saberes
indígenas, afro-brasileiros e tradicionais em geral para o processo de
reconhecimento de mestres dessas tradições, como docentes no
ensino superior, aliando esses dois universos por meio da realização
de cursos regulares nas universidades e de outras ações interculturais.

O Seminário Internacional é a primeira etapa do projeto e tem como

objetivo apresentar iniciativas já realizadas no Brasil e no exterior, de
inclusão de protagonistas de conhecimentos tradicionais no ensino
superior, além de realizar oficinas de trabalho, envolvendo os mestres
docentes, professores da universidade e especialistas convidados.

A etapa seguinte do projeto será a Residência, com a participação de

cinco mestres de artes e ofícios populares e indígenas e de
professores da UnB parceiros do projeto, com o objetivo de preparar
a metodologia e os recursos didáticos necessários para a oferta de
uma disciplina, etapa final do projeto.

A disciplina “Artes e Ofícios dos Saberes Tradicionais”, será

ministrada pelos mestres tradicionais populares e indígenas, junto
com os professores parceiros e será ofertada na grade regular de
graduação do segundo semestre de 2010 da UnB, acessível a
estudantes de todos os cursos.




Programação Do seminário
13 de julho (terça-feira) - Auditório Dois Candangos

18h30 Apresentação Cultural

Alexandre L'Omi L'Odò – Mestre da Jurema do Recife, percussionista e coordenador do Quilombo Cultural Malunguinho, acompanhado de Biu Alexandre, Mestre do Cavalo Marinho Estrela de Ouro de Condado (PE).

19h Mesa de Abertura

Américo Córdula – Secretário da Identidade e da Diversidade Cultural - SID/MinC
José Geraldo de Sousa Junior – Reitor da Universidade de Brasília
André Lazaro – Secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade
- SECAD/MEC

José Jorge de Carvalho – Professor do Departamento de Antropologia da
Universidade de Brasília - DAN/UnB

19h30

Aula Magna – Mestre Takumã – Kamayurá. Decano dos xamãs da região do
Alto Xingu.

21h Degustação de Caldos

14 de julho (quarta-feira) - Auditório Dois Candangos

Manhã

José Jorge de Carvalho – Apresentação do Projeto Encontro de Saberes 9 às 9h20

Experiências Internacionais 9h20 às 11h25

Coordenador: José Jorge de Carvalho (UnB)
Luis Fernando Sarango (Equador) – Reitor da Universidade Amawtay Wasi -
Projeto da universidade intercultural bilíngüe das comunidades e povos
indígenas equatorianos.

Maria Mercedes Díaz (Argentina) – Professora de História e ex-Coordenadora
de Extensão da Universidade de Catamarca. Organizadora dos Seminários “Povos
e Cidades do Interior” que incluem a presença de mestres tradicionais
catamarquenhos.

Jaime Arocha (Colômbia) – Professor de Antropologia da Universidade
Nacional da Colômbia, Bogotá. Projetos de inclusão dos saberes afrocolombianos
nas universidades colombianas.

Carlos Callisaya (Bolívia) – Sociólogo. Coordenador Nacional, no Ministério da
Educação, das Universidades Indígenas da Bolívia.

Maria Luísa Duarte Medina (Paraguai) – Líder guarani, atua na Secretaria de
Assuntos Indígenas do Estado Paraguaio e em projetos de inclusão dos saberes
indígenas nas instituições paraguaias de ensino.

Debate 11h25 às 12h
Intervalo para almoço 12 às 13h30


Experiências Nacionais

Tarde

13h30 às 15h10

Coordenadores: Ricardo Lima (SID) e Rita de Cássia Castro (UnB)
Rosemberg Cariry – Cineasta e poeta cearense, idealizador das Escolas de
Saberes Tradicionais e Contemporâneos.

Rosângela Tugny – Professora da Escola de Música da Universidade Federal de
Minas Gerais (UFMG). Projeto de inclusão dos indígenas Maxacalis como artistas
residentes na UFMG.

Marcos Ayala – Professor de Sociologia da Cultura da Universidade Federal da
Paraíba. Projeto Ação Griô: Mestres de Tradição Oral em Escolas e Bairros de
João Pessoa e na Universidade Federal da Paraíba.

Fábio Munhoz – Pesquisador do Centro Atopos da Escola de Comunicações e
Artes da USP. Projeto de Extensão “Laje Acadêmica”, de conexões entre
conhecimentos acadêmicos e saberes locais tradicionais.

Luiz Phelipe Andrés – Engenheiro e diretor do Centro Vocacional Tecnológico
Estaleiro Escola do Maranhão. Projeto para o resgate de técnicas de produção de
embarcações tradicionais maranhenses.

15h10 às 15h50 Debate

16h às 18h55


Experiências dos Saberes Tradicionais

Coordenador: Américo Córdula (SID)

Benki Ashaninka – Presidente do Centro Saberes da Floresta (Yorenka
Ãtame), do Povo Ashaninka (AC). Desenvolve um trabalho de conhecimento
da floresta comprometido com a proteção ambiental e o reflorestamento.
Maniwa Kamayurá – Arquiteto tradicional e Pajé. Representante dos povos
indígenas do Alto Xingu, especialista em construção da residência tradicional
kamayurá.

Lucely Pio – Mestra raizeira da Comunidade Quilombola do Cedro (GO),
integrante da Articulação Pacari de Plantas Medicinais do Cerrado e autora
da Farmacopéia do Cerrado.

Alexandre L'Omi L'Odò – Mestre da Jurema do Recife, percussionista,
coordenador do Quilombo Cultural Malunguinho. (PE).

Biu Alexandre – Mestre do Cavalo Marinho Estrela de Ouro de Condado
(PE).

Zé Jerome – Mestre de Congado e Folia de Reis do Vale do Paraíba, Marechal
de Cunha (SP).

Otávionilson Nogueira dos Santos – Mestre fabricante de embarcações
tradicionais maranhenses. Professor do Estaleiro Escola do Maranhão.

18h55 às 19h40 Debate

19h40 às 20h

Apresentação Cultural

Badia Medeiros - Mestre da viola, Formosa (GO). Com grupo de dança de
Catira, Lundu e Curraleira.

20h
Degustação de Caldos

15 de julho (quinta-feira) - Auditório da Reitoria

19h
Mesa Institucional com a presença do Ministro da Cultura Juca Ferreira e
convidados.

15 e 16 de julho - Oficinas com os Mestres
Oficinas de trabalho restritas aos Mestres e aos Especialistas convidados

Informações: encontrodesaberes2010@gmail.com - Tel: (61) 3307.3006 - ramal 210

Convido todas e todos à vivenciar este evento maravilhoso na UNB. O porfessor José Jorge de Carvalho foi genial ao ter pensado este projeto transformador que dará muito pano pra manga entre o povo que quer trocar saberes. Vamos trocar saberes da Jurema? Venham!

Alexandre L'Omi L'Odò.
Quilombo Cultural Malunguinho
alexandrelomilodo@gmail.com
81. 8887-1496

domingo, 27 de junho de 2010

Acorada Povo de Mãe Nenzinha de Xangô, 70 anos de tradição.

Mãe Nenzinha de Xangô.

Acorda Povo de Mãe Nenzinha de Xangô, 70 anos de tradição.
A bela festa popular da fé no Orixá do fogo!


O Acorda Povo de Mãe Nenzinha de Xangô, da comunidade da Vila das Lavadeiras no bairro de Areias no Recife é um dos mais tradicionais de Pernambuco. Na madrugada (4h) do dia 23 de junho de 2010, a grande procissão para São João (Xangô), reuniu inúmeros fiéis do candomblé e da Jurema Sagrada nas ruas da comunidade para celebrar a fé no Orixá do fogo. Foram 18 bandeiras hasteadas pelos moradores do bairro, que entre católicos e povo de terreiro receberam a procissão com louvores e agradecimentos a promessas alcançadas. Esta tradição foi herdada por D. Aurelina Marques de Almeida, Mãe Nenzinha do Acorda Povo, sacerdotisa com 78 anos de idade e identidade firmada em Xangô, seu Orixá de cabeça.

Procissão, estrela e bandeira de São João. Foto: Alexandre L'Omi L'Odò.

A Dona Nenzinha, é mestra Griô (Kimbanda de Malunguinho) do Quilombo Cultural Malunguinho/OTM, e desenvolve um belo trabalho de preservação e transmissão do saber oral e religioso para crianças, adolescentes, jovens e adultos em todos os momentos de seu caminhar, compartilhando seu axé e conhecimento com quem se chegar.

Registrei este momento inesquecível no meu São João 2010, que ao final da procissão, na roda de coco, cantaram e sambaram eu, L'Omi L'Odò, Adiel Luna e Coco Camará, Mãe Nenzinha, Vado Juremeiro além de mestres e mestras de comunidades de diversos lugares.

Alexandre L'Omi L'Odò, tocando o bombo sagrado de Xangô.

Lembro ainda que eu fui o primeiro zabumbeiro a tocar o instrumento sagrado desta procissão além do Sr. Bibiu que aparece tocando. Depois de mais de 40 anos reabri o processo de renovação da percussão desta tradição. O intrumento recebe obrigações rituais e é dedicado ao Orixá Xangô, e , nunca foi repassado para ninguém pelo seu percussionista mor, em 2010, algo começou a mudar graças a Xangô.

70 anos de Tradição! Foto de Alexandre L'Omi L'Odò.

Coloco aqui os vídeos em sequência com todo registro do Acorda Povo. Está lindo, imperdível, divirtam-se.

1. Saída do Acorda Povo.


2. Hasteamento das Bandeiras de São João.


3. Hasteamento da Bandeira de São João na casa de Mãe Terezinha Bulhões de Iyemojá Sesú, a Juiza do Acorda Povo.


4. Início do coco e hasteamento da última bandeira de São João.


5. A roda de coco, o fechamento.


Alexandre L'Omi L'Odò.
Quilombo Cultural Malunguinho
alexandrelomilodo@gmail.com
81 8887-1496

sábado, 19 de junho de 2010

100 anos de minha bisavó, memória negro-indígena de uma matriarca.

Claudemira Maria dos Santos, minha bisavó materna.

* 19/06/1910
+ 27/07/1977

Hoje, dia 19 de Junho, data de comemoração dos 100 anos de minha bisavó, comecei a escrever e registrar a memória dela, como o dia foi muito emocionado, postarei o texto completo em breve, aguarde para ler um pouco sobre minha referência de força feminina negra-indígena.

Alexandre L'Omi L'Odò.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Vamos assinar a Lei Griô Nacional minha gente!

Movimento de criação da Lei Griô
Política Nacional de Transmissão Oral do Brasil

Projeto de lei de iniciativa popular Lei Griô, uma política nacional de transmissão oral

*Texto oficial da minuta da Lei Griô:

No uso do direito assegurado pelos arts. 1°, 14, III e 61 da Constituição Federal e arts. 13 e 14 da lei 9.709/98, subscrevo o projeto de lei que institui uma política nacional de transmissão dos saberes e fazeres de tradição oral em diálogo com a educação formal, para o fortalecimento da identidade e ancestralidade do povo brasileiro, através do reconhecimento político, econômico e sócio cultural dos(as) griôs, mestres e mestras de tradição oral do Brasil.

*O texto do projeto encontra-se registrado no Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas da Comarca de Lençóis, BA, livro A-03, n° 215.

Endereço para remessa das folhas assinadas:
Grãos de Luz e Griô - Rua Nossa Senhora da Vitória, s/n - CEP: 46.960-000 - Lençóis- Bahia

Veja o texto completo do projeto de lei em:
www.acaogrio.org.br


Ficha para assinatura apoiando a Lei Griô Nacional.

Os dados necessários para o preenchimento da ficha são:
Nome Completo - Data de Nascimento -Endereço Completo - N° do Título de Eleitor, Zona e Seção - Assinatura da Pessoa.

Você pode salvar a imagem da ficha a cima e imprimir em sua casa, assinar e solicitar para sua família assinar e contribuir para o avanço da cultura de transmissão oral no nosso país. Este projeto é de suma importância para o Brasil, para a educação e escolas, para os mestres e mestras das culturas tradicionais e para os Kimbandas de Malugnuinho.
Vamos ajudar nessa guerra!


Alexandre L'Omi L'Odò e Mestre Galo Preto na passeata a favor da Lei Griô na TEIA 2010 em Fortaleza.

Entrem no site da Lei Griô e baixe os arquivos e veja as novidades sobre os avanços na nossa luta:
https://sites.google.com/site/leigrionacional/home

Mestre Galo Preto na caminhada pró Lei Griô Nacional na TEIA 2010 em Fortaleza.

Dona Zuleide de Paula descansando após a passeata pró Lei Griô Nacional na TEIA 2010 em Fortaleza.

Assinam esta postagem os Kimbandas de Malugnuinho:

Alexandre L'Omi L'Odò- Griô Aprendiz
Mestre Galo Preto- Mestre Griô

Dona Zuleide de Paula- Mestra Griô de Tradição Oral

Seu Paulo Braz Felipe da Costa- Mestre Griô

Mãe Terezinha Bulhões- Mestra Griô

Mãe Nenzinha do Acorda Povo- Mestra Griô



Quilombo Cultural Malunguinho

81. 8887-1496
quilombo.cultural.malunguinho@gmail.com

www.qcmalunguinho.blogspot.com

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Filme/documentário "Galo Preto, O Menestrel do Coco" premiado no Curtamazônia 2010

O filme/documentário "Galo Preto, o Menestrel do Coco" 47'min. de Wilson Freire, foi premiado no Curtamazônia 2010.


Vencedor do prêmio SGC-REDE TV RONDÔNIA E DIÁRIO DA AMAZÔNIA, Prêmio especial do júri, o média metragem foi assistido por mais de 1000 pessoas.


PORTO VELHO RESPIROU CINEMA DE 25 À 29 DE MAIO


Porto Velho respirou Cinema de 25 À 29 de maio, com filmes inscritos de 19 estados brasileiros, participando e prestigiando com 174 trabalhos inscritos, isso demonstra resultado positivo para Rondônia, porque, o Festival leva a imagem positiva de um Estado que num passado recente foi massacrado pela grande mídia nacional, em função de situações políticas desagradáveis, mais hoje Rondônia vive um outro ciclo, o ciclo da esperança e dos sonhos. Pensando nesse sentido, é que estamos buscando investimentos fora do Estado, para podermos propiciar e realizar atividades culturais, através do Cinema, e estarmos contribuindo para a difusão do Cinema Nacional, propiciando também maior visibilidade aos realizadores alternativos e independentes de cinema e vídeo desse imenso País e de Rondônia.


Podemos afirmar também que o mais novo empreendimento cultural de Rondônia está se firmando e já começa com força total em nossa cidade de Porto Velho, contribuindo e fazendo parte de nossa história de Rondônia e do Brasil.


CONHEÇA O RESULTADO DA PREMIAÇÃO DA MOSTRA COMPETITIVA E DA PREMIAÇÃO ESPECIAL:


PREMIAÇÕES ESPECIAIS:


1) O PRÊMIO SINJOR/RO - JÚRI DA CRÍTICA VAI PARA: “AVE MARIA OU MÃE DOS SERTANEJOS”, direção Camilo Cavalcante, de Pernambuco


2) O PRÊMIO “AMAZONSAT “- JÚRI POPULAR VAI PARA: “DOIDO LELÊ”, direção de CECI ALVES, DA BAHIA.


3) O PRÊMIO ABD RONDÔNIA DO JÚRI TÉCNICO: MELHOR TRILHA MUSICAL VAI PARA: “VESTÍGIOS DO TEMPO”, DO DIRETOR DO FILME RONALDO ADRIANO, E O PRODUTOR DA TRILHA MUSICAL DE EDUARDO OLIVEIRA (KADU) MATO GROSSO.


4) O PRÊMIO ABD NACIONAL DO JÚRI TÉCNICO: MELHOR MONTAGEM VAI PARA: O FILME “PORNOGRAPHICO”, DOS DIRETORES HAROLDO BORGES E PAULA GOMES, CUJO MONTADOR DO FILME É HAROLDO BORGES DA BAHIA.


5) O PRÊMIO “TV RONDÔNIA” DO JÚRI TÉCNICO: MELHOR DIREÇÃO DE ARTE VAI PARA: O FILME DOSSIÊ RÊ BORDOSA, DO DIRETOR DE ARTES DANIEL BRUSON, DE SÃO PAULO.


6) O PRÊMIO FECOMÉRCIO - “MELHOR PRODUÇÃO AMAZÔNICA” VAI PARA: “AOS TRANCOS E BARRANCOS”, DE NEY RICARDO DO ACRE E “E O QUE NOIS RAMÚ CÚME?, DE DANIEL LUIZ BATISTA, DO AMAZONAS.


7) O PRÊMIO GOVERNO DE RONDÔNIA – “PRÊMIO INCENTIVO” VAI PARA: “UM OLHAR SOBRE O PROGRESSO”, DIREÇÃO DE MARIVALDO LAGO, NOVA MAMORÉ/RO.


PREMIAÇÃO DA MOSTRA COMPETITIVA:


A) MELHOR DOCUMENTÁRIO: “NÚMERO ZERO”, DIREÇÃO CLÁUDIA NUNES, DO ESTADO DE GOIÁS.


B) MELHOR ANIMAÇÃO: “DOSSIÊ RÊ BORDOSA”, DIREÇÃO CÉSAR CABRAL, DO ESTADO DE SÃO PAULO.


C) MELHOR FILME AMBIENTAL: “OLHAR DE JOÃO”, DIREÇÃO MARILEY CARNEIRO, DO ESTADO DE GOIÁS


D) MELHOR FICÇÃO: “BREVE PASSEIO”, DIREÇÃO RAFAEL JARDIM, DO ESTADO DA BAHIA.


E) MELHOR EXPERIMENTAL : “1:21”, DIREÇÃO ADRIANA CÂMARA, DO ESTADO DE PERNAMBUCO


F) MELHOR FILME INSTITUCIONAL: “DIAS DE CAIÇARA”, DIREÇÃO LUIZ SCARABEL JUNIOR, DO ESTADO DE SÃO PAULO.


G) PARA MELHOR DIREÇÃO: CÂNDIDO ALBERTO DA FONSECA, DE MATO GROSSO SUL, COM O FILME: “BETO LIMA – O INTÉRPRETE DAS FLORES”.


H) PARA MELHOR ATOR O VENCEDOR É: FERNANDO NEVES, DE PERNAMBUCO, COM O FILME: “PORNOGRAPHICO”, DIREÇÃO HAROLDO BORGES E PAULA GOMES.


I) PARA MELHOR ATRIZ – A VENCEDORA É: PAULA BRAUN, DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, COM O FILME: “MARIDOS, AMANTES E PISANTES”, Direção Ângelo Defanti.


J) MELHOR ROTEIRO: “NINHO DOS PEQUENOS”, DIREÇÃO ULISSES COSTA, DO RIO GRANDE DO SUL.


J) PARA MELHOR FOTOGRAFIA – O VENCEDOR É O FILME: AVE MARIA OU MÃE DOS SERTANEJOS, DE CAMILO CAVALCANTE DE PERNAMBUCO.


K) O PRÊMIO SGC-REDE TV RONDÔNIA E DIÁRIO DA AMAZÔNIA - PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: “GALO PRETO. O MENESTREL DO COCO”. DIREÇÃO WILSON FREIRE, DE PERNAMBUCO.



L) E A MENÇÃO HONROSA “ELETROSUL” VAI PARA: “OS ANJOS DO MEIO DA PRAÇA”, DE ALÊ CAMARGO E CAMILA CARROSSINE, DE SÃO PAULO.


M) O GRANDE VENCEDOR DO 1º FESTIVAL DE CINEMA CURTAMAZÔNIA ESCOLHIDO POR UM JÚRI EQUILIBRADISSIMO, MELHOR FILME PRÊMIO BNDES: “AVE MARIA OU MÃE DOS SERTANEJOS”, DO DIRETOR CAMILO CAVALCANTE, DO ESTADO DE PERNAMBUCO, LEVA O TROFÉU TRÊS CAIXAS D´ÁGUA, SIMBOLO DE NOSSA CIDADE PORTO VELHO, QUE REPRESENTA O 1º FESTIVAL DE CINEMA CURTAMAZÔNIA.


O Festival de Cinema Curta Amazônia é feito por gente super bacana, entidades privadas e públicas, empresas e empresários, imprensa regional e nacional que apostam na diversidade cultural nesse País Plural, e sem eles não seria possível transformar este sonho em realidade. Estes são os nossos patrocinadores, apoiadores e realizadores oficiais, se você não tiver aqui, esperamos que no próximo ano venham prestigiar e participar diretamente desse novo empreendimento cultural aqui em Rondônia.


O BNDES APRESENTOU O FESTIVAL DE CINEMA CURTA AMAZÔNIA


Patrocionadores Culturais:


Eletrobrás - Eletrosul / Governo Federal

Fundo Nacional de Cultura/Secretaria do Audiovisual/Ministério da Cultura


Apoiadores Culturais:


CTAV/Sav/Ministério da Cultura /Governo Federal

Secel /Governo de Rondônia

Fecomércio/RO – SESC, SENAC

Maporé

SISTEMA GURGAZC: REDE TV RONDÔNIA E DIÁRIO DA AMAZÔNIA

TV RONDÔNIA E O AMAZONSAT DA REDE AMAZÔNICA DE TELEVISÃO – ANTÔNIO CAMPANARI, NONATO NEVES, PABLO MEDINA E EQUIPE.


TV ALLAMANDA, SBT.

FOLHA DE RONDÔNIA


Apoios Institucionais:


ABD/RO – Luiz Brito/Presidente

ABD Nacional – Solange Lima/Presidente

Iphan/RO/Governo Federal

Senadora Fátima Cleide

Vereador Jaime Gazola

AQUI Publicidade

Sinjor/RO

Site O Observador

Jornal Eletrônico Rondoniaovivo/Paulo Andreoli e Marcos Souza e Equipe.


Apoio da Mídia:


COLUNA DO ZECATRACA, GENTE DE OPINIÃO, COLUNA ALAN ALEX, BLOG DO SERGIO RAMOS, BLOG 24 QUADROS, PROGRAMA CLOSE, PROGRAMA VIVA PORTO VELHO, JORNAL ONORTÃO, NORTFEST, PORTALRONDÔNIA, TUDORONDÔNIA, RONDONOTICIAS, ÚLTIMA HORA, E A IMPRENSA RONDONIENSE E NACIONAL.


Realização:


Associação Curta Amazônia


No encerramento, Carlos Levy afirmou: “Quero primeiro agradecer à Deus, e à todos os colaboradores que estiveram presentes nesse 1º FESTIVAL DE CINEMA CURTAMAZÔNIA, as escolas públicas e privadas convidadas, do técnico ao mais simples funcionário das Instituições que nos apoiaram, e com a Benção de Deus, iremos muito em breve, levar a MOSTRA CURTAMAZÔNIA ITINERANTE à todos do Estado de Rondônia, nos 52 municípios, além da meta de levar à Bolívia e ao Peru, unificando e integrando nossa fronteira através da cultura cinematográfica.


Agradecer aos nossos convidados pela paciência e atenção dispensada. O nosso muito obrigado!. Aos parceiros de primeira hora, e afirmar que o CURTAMAZÔNIA está pronto prá seguir o seu caminho que é a DIFUSÃO DO CINEMA BRASILEIRO, dando mais oportunidade e abrindo mais janelas de exibições para os realizadores anônimos desse imenso País. O CURTAMAZÔNIA tem a proposta de levar os filmes nacionais aos brasileiros e amazônidas que somos. O nosso muito obrigado à todos. VIVA RONDÔNIA! VIVA O CINEMA NACIONAL! E VIVA O CURTAMAZÔNIA!”.


“CURTAMAZÔNIA – Cinema da Amazônia para o mundo!”

FONTE: ASSESSORIA


Post original:
www.curtamazonia.com

Alexandre L'Omi L'Odò
Produção do Mestre Galo Preto

81 8887-1496

Pombojiras, Marias Padilhas e muito Exú Fêmea na casa do antropólogo Roberto Albergaria

Soterópolis - Roberto Albergaria



"Filho de Santo de Santo" do antropólogo e escritor Júlio Braga de Oyá, o Professor Roberto Algergaria, que neste vídeo se intitula "dublê de antropólogo", é um colecionador de imagens de Pombojiras e Marias Padilhas, tem quase um "museu de pombojiras" em sua casa.

O site do IRDEB- Institudo de Rádio Difusão Educativa da Bahia, Portal Multimídia, realizou a entrevista. No site você pode encontrar o Catálogo de Vídeos, é muito interessante.
Com o título de Soterópolis, uma série de entrevistas serão postadas com baianos intelectuais de Salvador.

Após ter assistido este vídeo, digo: Ninguém pode deixar de ver, analizar, rir, se divertir e acima de tudo compreender de forma muito lúdica um pouco do imaginário da umbanda através da fala do Albergaria.

Mojibá Pombojira, Salve Maria Padilha nas encruzas do mundo!

Roberto Albergaria, antropólogo, mostra sua coleção excêntrica e conversa sobre machismo, feminismo, hipocrisia, sexo, religião, verdade, vida, despacho, moral de jegue, e suas mulheres “miseravonas”.

Confira esta maravilhosa entrevista, descontraída e engraçada, que traz uma reflexão sobre o que é certo e errado no imaginário sobre o feminino.

Post original: http://www.irdeb.ba.gov.br/tve/catalogo/media/view/120

**Desculpem a mal colocação do vídeo aqui, mas o HTML deste vídeo não sei alterar para colocá-lo nos padrões do Blogspot ainda ok. Mas dá pra assistir sem problemas.

Alexandre L'Omi L'Odò.
Pesquisador do Mapeamento dos Terreiros
de Recife e Região Metropolitana
alexandrelomilodo@gmail.com
81. 8887.1496

domingo, 30 de maio de 2010

Mestre Galo Preto embola na XIII FENART - PB



Galo Preto, mestre pernambucano do coco, fala sobre quando conheceu Sivuca e Jackson do Pandeiro

Na última sexta-feira o Cine Banguê exibiu o documentário "Galo Preto - O Menestrel do Coco", sobre o embolador, repentista, sambista e cantor de coco Galo Preto, de Pernambuco. No filme, Galo Preto conta que conheceu Sivuca aos 12 anos de idade.

Link do post no site do FENART: http://funesc.com.br/fenart2010/index.php?option=com_content&view=article&id=1323:galo-preto-mestre-pernambucano-do-coco-fala-sobre-quando-conheceu-sivuca-e-jackson-do-pandeiro&catid=114:blog

Após a linda exibição do filme/documentário "Galo Preto, o menestrel do coco" 47'min. de Wilson Freire, os cineastas, produtores, documentariastas e os premiados do festival se reuniram para parabenizar o Mestre Galo, o público em geral adorou e aplaudiu de pé o média metragem que traz muita historia importante sobre o coco e muitas surpresas sobre da caminhada de vida deste Mestre pernambucano.

Em breve realizaremos o lançamento oficial deste filme em Pernambuco.

Alexandre L'Omi L'Odò.
Produção do Mestre Galo Preto.
alexandrelomilodo@gmail.com

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Filme/documentário do Mestre Galo Preto terá exibição em João Pessoa

O Filme/documentário "Galo Preto, o menestrel do coco", terá primeira exibição no XIII FENART na Paraíba.

Na XIII edição da FENART- PB, o Cine Banguê irá realizar a mostra competitiva de audiovisuais e a mostra de videos selecionados para compor a exibição dos média metragens. No dia 29 de maio, às 18h, será exibido "Galo Preto, o menestrel do coco", 47'min. de Wilson Freire, documentário filmado de 2007 a 2010.

Mesmo não tendo sido finalizado por completo, a produção do evento fez questão de colocar na programação o média metragem por considerar a obra importante para o evento.

O filme é lindo, cheio de surpresas e novidades, uma verdadeira produção cinematogrfica de qualidade para a cultura tradicional do coco e sobre tudo para a história de um dos maiores artistas da cultura de raiz brasileira, o Mestre Galo Preto.

Local:
Espaço Cultural (R. Abdias Gomes de Almeida, 800, Tambauzinho, João Pessoa – tel.: 83.3211.6210

Site: www.fenart.pb.gov.br

Visite o site do Mestre Galo Preto: www.myspace.com/mestregalopreto

Contamos com sua presença nesta exibição inédita!

Alexandre L'Omi L'Odò
Produção do Mestre Galo Preto.

81 8887-1496

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Terreiros terão a realidade mapeada em Pernambuco

Capa do Caderno Vida Urbana do Jornal Diário de Penambuco de 23/05/2010

Terreiros terão a realidade mapeada
Além de quantificar os locais, pesquisadores aplicarão questionário sobre habitação, relação com a comunidade e biografia do babalorixá

Rafael Dias
rafaeldias.pe@dabr.com.br


Quantos terreiros de religião de matriz africana e indígena existem em Pernambuco? Taí uma pergunta difícil, que nem entre os próprios pais e mães-de-santo há consenso. Há quem diga que são 400, 500 ou até milhares, mas tudo não passa de achismo. A verdade é que não existe um trabalho local até hoje que tenha catalogado as casas mantidas por descendentes de ex-escravos e/ou descendentes das etnias indígenas que cultuam religiões afro, como o candomblé, Juerma e umbanda. O que há de registro, são ações pontuais feitas em outras cidades, como Salvador, Porto Alegre (curiosamente a capital do Brasil com mais terreiros que se tem conhecimento, ao todo 1.290 unidades) e Belo Horizonte. Nesta semana Recife e Região Metropolitana passaram a entrar para esse clube. E, enfim, o projeto pode começar a responder, não todas, mas algumas dessas perguntas elementares sobre um universo que, mesmo cinco séculos depois, permanece desconhecido e discriminado.

Equipe de pesquisadores de Minas Gerais já está no Recife para visitar as casas. A maioria delas funciona na periferia do Recife e Região Metropolitana. Foto: Inês Campelo/DP/D.A Press

Com amplitude nacional, otrabalho de mapeamento dos terreiros é desenvolvido pela Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), vinculada à Presidência da República, e pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), em parceria com a Fundação Cultural Palmares e a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (Unesco). Em Pernambuco, a iniciativa está prevista para contemplar 14 municípios - Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Cabo, Abreu e Lima, Igarassu, São Lourenço da Mata, Camaragibe, Moreno, Itapissuma, Itamaracá, Paulista, Ipojuca e Goiana. Nas últimas semanas, uma equipe de 15 pesquisadores, formada por representantes ligados aos diversos segmentos (movimento negro, universidades, entidades e dos próprios terreiros), foi treinada para visitar as casas, geralmente situadas nas periferias.

"Não se trata de uma pesquisa etnográfica, nem de um recenseamento. É claro que quantos mais nos aproximarmos do máximo de terreiros catalogados melhor. Mas nosso levantamento é mais qualitativo. Queremos identificar principalmente aqueles menos conhecidos ou aqueles que o poder público desconhece", explica o coordenador local da pesquisa, Rafael Barros, presidente da Filmes de Quintal, associação sem fins lucrativos de Minas Gerais e executora do projeto. Segundo Rafael, há uma lista prévia de 400 terreiros existentes no Recife, colhida junto à Diretoria de Igualdade Racial do Recife, que servirá como ponto de partida. Além disso, são pelo menos mais 290 em Olinda, Camaragibe, Paulista e Jaboatão. "À medida que visitaremos as casas, também podemos descobrir outras por indicação dos próprios terreiros", sinalizou.

No "censo" dos terreiros, será aplicado um questionário com 110 perguntas, que abordam assuntos como a condição de habitação das casas, a biografia dos babalorixás e yalorixás (pai e mãe-de-santo), as situações socioeconômica e fundiária, registro legal na prefeitura e filiação ao movimento negro ou indígena. Uma das questões mais importantes é saber como se dá a relação dos terreiros com a comunidade ao redor. "Existe um programa da Secretaria de Igualdade Racial que destina políticas de questão alimentar para os terreiros, porque se sabe que eles funcionam como locais de distribuição nas comunidades".

A expectativa a partir do mapeamento é que esses pontos passem a ser mais reconhecidos e a receber outras políticas não só governamentais e não-governamentais, mas também lutar por leis de financiamento cultural. "Isso é um presente para nós", comentou Mãe Marisa de Xangô, yalorixá do terreiro Ilê Obá Kosso Ogodô, em Jardim Paulista Baixo (Paulista). "Sofremos muito preconceito. Espero que depois do mapeamento todos nossos irmãos sejamos reconhecidos".

A pesquisa deve ser concluída em setembro. Além do Recife, também estão sendo mapeados, nesta etapa, Belo Horizonte (MG), Belém (PA) e Porto Alegre (RS). A expectativa é de identificar, no mínimo, 6 mil comunidades.

*Link da matéria no site do Dirio de Pernambuco: http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/05/23/urbana1_0.asp

______________________
Erratas da matéria:


*Lembro que nesta matéria tem algumas informações incorretas, como por exemplo a legenda da fotografia dos pesquisadores, que afirma sermos nós de Minas Gerais. Somos todos de Pernambuco, só o Rafael Barros que é mineiro.


*Outra informação sem contexto é a afirmação de que a Jurema é um culto afro. Ela é de Matriz indígena e se misturou ao passar dos tempos com a umbanda e o imaginário do candomblé, mas nunca perdeu sua identidade indígena verdadeira.


*Na fotografia, da esquerda para a direita: 1. Alexandre L'Omi L'Odò (pesquisador), 2. Rafael Barros (coordenador da pesquisa), 3. Dubinha (pesquisador), 4. Alex Nagô (pesquisador), 5. Rodrigo Dantas (pesquisador), 6. Surama Reis (pesquisadora) e 7. Prof. Jayro Pereira de Jesus (coordenador técnico da pesquisa).


Alexandre L'Omi L'Odò.
Iyawò de Oxum e Juremeiro
Pesquisador do Mapeamento dos Terreiros de PE
alexandrelomilodo@gmail.com
81. 8887-1496

Pesquisa socioeconômica e cultural das comunidades tradicionais de terreiro de Recife e Região Metropolitana.

Mapeamento das comunidades tradicionais de Terreiro do Brasil

Pesquisa socioeconômica e cultural das comunidades tradicionais de terreiro de Recife e Região Metropolitana.


"Este Mapeamento é uma conquista histórica da luta do povo de terreiro e dos movimentos negros do Brasil". Prof. Jayro Pereira de Jesus.


O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome (MDS), através da Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (SESAN) e em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), Fundação Cultural Palmares e a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (UNESCO), realiza o Mapeamento das Comunidades Tradicionais de Terreiro nas capitais e regiões metropolitanas dos estados do Pará, Pernambuco, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.


Este projeto é executado pela Associação Filmes de Quintal, habilitada no edital público n° 0173/2009, projeto 914BRA3026, referente ao acordo de cooperação celebrado entre o MDS e a UNESCO, cujo objetivo é a pesquisa socioeconômica e cultural de povos e comunidades tradicionais de terreiro.


Outrossim, este mapeamento consigna o trabalho de articulação desempenhado pela SEPPIR e o papel ativo, protagonista e cooperativo da sociedade civil com vistas a promover políticas públicas para a melhoria da qualidade de vida das comunidades de terreiro, conforme estabelecem a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e o Plano Nacional de Promoção da Igualdade Racial.


Também conhecidos como Candomblé, Batuque, Xangô, Tambor de Minas, Omolocô, Xapanã, Catimbó, Toré, Pajelança, Xambá, Casa de Umbanda, Quimbanda, Jurema Sagrada, Candomblé de Caboclo e outras denominações, os terreiros são espaços ressemantizados e compreendem uma história própria marcada pela religiosidade, tradição, coletividade, ancestralidade e respeito aos bens naturais.


Nesse sentido, a consecução desta iniciativa tem como expectativa política e social a construção de ações estruturantes entre os governos federal, estaduais e municipais que reconheçam, respeitem e promovam a cidadania para as comunidades de terreiro no Brasil.


OBJETIVO


Realizar pesquisa socioeconômica e cultural das comunidades tradicionais de terreiro tendo em vista a promoção de políticas públicas de segurança alimentar e nutricional, bem como de promoção da igualdade racial.


FOCO


Ênfase no caráter étnico e na dimensão comunitária, considerando-se a organização social e o trabalho tradicionalmente desenvolvido pelas comunidades de terreiro.


ABRANGÊNCIA


Regiões Metropolitanas de Belém/PA, Recife/PE, Belo Horizonte/MG e Porto Alegre/RS.


PRODUTOS


Mapeamento detalhado das comunidades tradicionais de terreiro com informações socioeconômicas e culturais e registros fotográficos.


RESULTADOS


*Respeito e visibilidade das comunidades de terreiro;


*Planejamento de políticas públicas direcionadas para as comunidades de terreiro;


*Identificação das capacidades relacionadas à segurança alimentar e nutricional;


*Registro das manifestações culturais das comunidades de terreiro;


*Articulação de políticas entre os governos federal, estaduais e municipais em benefício das comunidades de terreiro.


COORDENAçÃO


Rafael Barros- rafamiragem@yahoo.com.br

rafabarros@filmesdequintal.org.br


Prof. Jayro Pereira de Jesus- teologiaafro@yahoo.com.br

jaypjesus@hotmail.com


Para agendar a visita dos pesquisadores em seu terreiro ligue:


81. 3228-3903

81. 9967-0717

81. 9133-4473


Para ver mais informações e baixar conteúdos sobre o Mapeamento dos Terreiros entre no site:

http://groups.google.com.br/group/mapeamentodosterreirosdepe



Alexandre L'Omi L'Odò

Pesquisador do Mapeamento de Recife

e Região Metropolitana de Pernambuco

81. 8887-1496

alexandrelomilodo@gmail.com

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Nequinho (NK Cumbia) Presidente da Associação dos Moradores de Peixinhos Já!

Chapa 04 para a Associação dos Moradores de Peixinhos.
Educação e Cultura!


Votar no guerreiro Nequinho, é valorizar o que de melhor há para uma gestão compartilhada para nossa Associaço de Moradores. Chega de Brega e prostituição no local que deveria servir para Educação e Cultura.

NK Kumbia na cabeça!!
Vamos todas e todos juntos votar e creditar fé na mudança positiva de nosso bairro.

Dia da Votação: 06 de Junho, das 8h às 17h.
Associação dos Moradores de Peixinhos, na AV. Nacional, de frente a delegacia policial de Peixinhos.


Alexandre L'Omi L'Odò
Quilombo Cultural Malunguinho

quarta-feira, 5 de maio de 2010

À Sombra da Jurema encantada: Mestres juremeiros na umbanda de Alhandra.

Lançamendo do Livro:
A Sombra da jurema encantada: Mestres juremeiros na umbanda de Alhandra.

Autor: Sandro Guimarães de Salles

Professor Sandro Guimarães de Salles. Foto: Alexandre L'Omi L'Odò- 2008 em PE

Este livro foi escrito ao longo de 2003 e finalizado no início de 2004. A pesquisa que lhe deu origem foi realizada em Alhandra (PB) — uma das principais referências da Jurema nordestina , tendo como objetivo central compreender o encontro entre a tradição dos mestres juremeiros, que remonta aos índios da antiga aldeia Aratagui (atual Alhandra), e a Umbanda. O livro traz significativas contribuições para a compreensão do contexto e da dinâmica religiosa da Jurema na atualidade.

Os Juremeiro e Juremeiras de Pernambuco agradecem esta enorme contribuição acadêmica à história de nossa Jurema Sagrada e dos velhos catimbozeiros de Alhandra, nossos ilustres ancestrais!
Salve os Mestres e Mestras da Jurema, Salve os Caboclos e os Encantados, Salve as sete (ou mais) cidades do Juremá!

Serviço:
*Lançamento do livro: A Sombra da jurema encantada: Mestres juremeiros na umbanda de Alhandra. Autor: Sandro Guimarães de Salles
Onde? -> Livraria Cultura do Recife
Data: 09 de Maio de 2010
Horário: 17h
Gratis!


Alexandre L'Omi L'Odò.

Quilombo Cultural Malunguinho

alexandrelomilodo@gmail.com

81 8887-1496

Quilombo Cultural Malunguinho

Quilombo Cultural Malunguinho
Entidade cultural da resistência negra pernambucana, luta e educação através da religião negra e indígena e da cultura afro-brasileira!